25 de junho de 2021
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Oferecemos uma política nova que nasceu das necessidades do povo, diz Azambuja

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O candidato a governador Reinaldo Azambuja (PSDB) fez uma avaliação de sua trajetória na corrida eleitoral para o governo do Estado. Hoje, em Ponta Porã, Reinaldo disse que a campanha tucana foi a que mais cresceu na disputa porque as pessoas confiam e acreditam em um novo momento na política sul-mato-grossense.

Reinaldo iniciou a campanha eleitoral em terceiro lugar nas intenções de votos e hoje, na reta final do segundo turno, ocupa a primeira colocação na preferência do eleitorado.

“Eu vejo que isso se deve à credibilidade de nossas propostas. As pessoas confiam naquilo que estamos falando. São 20 anos de uma polarização política no Estado e nós estamos oferecendo uma política nova, que nasceu das necessidades das pessoas”, definiu.

Propostas para a fronteira

Uma das propostas anunciada por Reinaldo para a fronteira é a regionalização do desenvolvimento. “Eu sempre acreditei que as propostas que estamos fazendo, principalmente aqui pra fronteira, serão colocadas em prática. E ontem, em Campo Grande, o Aécio foi claro: teremos mais segurança, apoio no desenvolvimento, geração de oportunidades, minianel de Ponta Porã e a retomada da nossa rede ferroviária federal”, contou.

Conforme o candidato, a fronteira do Estado com países vizinhos ficou empobrecida nos últimos anos. Se eleito governador, Reinaldo garantiu que vai aplicar políticas públicas para incentivar o progresso. “Nós precisamos do polo industrial de Ponta Porá, precisamos da UEMS mais fortalecida para os nossos jovens, criar a política do primeiro emprego, a Empresa Amiga da Mulher, o desenvolvimento social e a manutenção dos programas sociais”.

O candidato ainda reafirmou seu compromisso de investir na segurança, na saúde e na educação. “Esses dias tivemos um movimento ‘Ponta Porã de Joelhos’ pela falta de segurança e pelos poucos investimentos. Nós temos mesmo que melhorar isso”, afirmou.

Em saúde, Reinaldo garantiu que, se eleito, vai apoiar o Hospital Regional de Ponta Porã para que o atendimento à população seja interiorizado, inclusive na realização de exames como os de ressonância e tomografia, além de cirurgias.

“Também queremos mais atendimento às pessoas com escolas em tempo integral e a Universidade Estadual com mais oportunidades de novos cursos. Queremos uma política que olhe essas regiões carentes”, completou.

Presidente do movimento “Ponta Porã Sem Fronteiras” – sociedade civil formada por 39 entidades, entre elas o MPE (Ministério Público Estadual) –, Anderson Carpes entregou a Reinaldo uma cartilha que pede mais atenção para essa região do Estado.

“Nós estamos mobilizados juntos com os defensores da fronteira defendendo uma política de segurança pública diferenciada na região. Nossa luta é basicamente conseguir recursos e uma política diferenciada. Fátima do Sul, por exemplo, tem quatro vezes mais efetivo policial do que a gente. E por aqui passa o corredor de toda a criminalidade que invade o País afora. Isso tem que mudar”, exemplificou Anderson.

Karla Machado com Assessoria