23 de abril de 2021
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Para Antonieta, prefeito precisa tratar Campo Grande com prioridades

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Em todas as regiões de Campo Grande os moradores sofrem e reclamam indignados com a ausência do poder publico. Na esfera de competência da Prefeitura Municipal, os serviços básicos ou inexistem ou são prestados precariamente. Para a deputada estadual Antonieta Amorim (PMDB), a situação se agrava porque falta um olhar de sensibilidade, competência e compromisso da atual administração com as reais prioridades dos munícipes.

“Infelizmente, todos estamos vendo que em vez de agir com rapidez e resolutiviade na solução dos problemas, o administrador prefere agarrar-se ao vitimismo, criar situações superficiais para efeito midiático e botar a culpa nos predecessores para justificar o que não está fazendo”, assinalou.

“Não é preciso andar muito. Basta apenas sair de casa ou percorrer qualquer região da cidade para verificar que, entre outras coisas, as vias e logradouros publicos estão com aspecto de abandono, mal-cuidados”, exemplificou a deputada. “São extremamente precárias condições de mobilidade, de acessibilidade e de tráfego em Campo Grande, até nos lugares onde as gestões anteriores fizeram os investimentos adequados”, acrescentou.

A deputada afirma que as promessas de um governo participativo e gerencialmente bem planejado anunciadas em campanha ficaram somente no discurso. “Sem planejamento moderno e eficiente e sem a presença efetiva da sociedade na gestão da cidade, não há como estabelecer uma dinâmica produtiva de desenvolvimento urbano sustentável e humanizado”, pontuou.

Para a deputada, a prioridade que seria acabar com a buraqueira que tomou conta da capital não está sendo tratada com a devida atenção. “De nada adianta empreender ações rarefeitas quando é a cidade inteira que precisam ter sua restauradas. As operações de restauração de pavimento precisariam socorrer, em primeiro lugar, as regiões mais afetadas pelos temporais, as mais vulneráveis, as áreas habitadas basicamente por populações de baixa renda e pela classe média, onde os meios de transporte coletivo ou privado são severamente danificados”, sugeriu.