07 de maio de 2021
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Membros do PMDB MS participam de reunião em Brasília para discutir reforma ministerial

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Os peemedebistas de Mato Grosso do Sul, depois de permanecerem em longo silêncio sobre a reforma ministerial, resolveram se manifestar e anunciaram que, assim que o trabalho de legislativo federal retornar em Brasília, irão se reunir com o colegiado nacional do partido, que reúne as principais lideranças de todos os estados brasileiros e seus respectivos presidentes de diretórios regionais, para discutir o posicionamento do PMDB caso Dilma não amplie o número de ministérios do partido e e, em especial, não conceda ao PMDB o ministério da Integração nacional, que tem sido pleiteado desde 2013. A reforma ministerial tem causado divergência entre o PMDB, que desde o início do governo Dilma, é o principal partido aliado da presidente no Congresso e se tornou moeda de troca, pois a próptia presidente está usando os ministérios para trazer novos partidos para sua base aliada, o que, além da ampliação de palanques políticos pelo interior do país, trará à presidente mais tempo de propaganda partidária em televisão.Diante da resistência de Dilma em aumentar o número de ministérios do PMDB, que hoje possui seis, muitas lideranças do partido de expressão nacional passaram a considerar a saída do partido da base aliada de Dilma. No entanto, em Mato Grosso do Sul, devido ao apoio declarado do governador André Puccinelli à presidente, o diretório regional afirma que se manterá leal a Dilma, independente, inclusive da disputa eleitoral pelo governo do estado entre Nelson Trad Filho (PMDB) e o senador Delcídio do Amaral (PT). “O PMDB é o partido que faz sustentação ao governo federal, é uma peça fundamental. Ela (Dilma) não vai querer perder a base”, afirma Mochi. Já o senador Moka (PMDB) não tem dúvidas de que a presidente sabe o valor do partido, e por isso saberá dialogar da melhor forma e terá a melhor escolha. Assim como seus correligionários, deputado federal Geraldo Rezende, apesar de não estar envolvido diretamente com essa questão, afirma que o PMDB tem dimensão do seu tamanho e não quer ficar sub-representado nas questões ministeriais. “Para o partido não é viável assumir um ministério que não tem capitalidade e representatividade nos estados” afirma. Tayná Biazus, Heloísa Lazarini e Clayton Neves