O presidente do Diretório Regional do PT em Mato Grosso do Sul, deputado federal Vander Loubet, elevou o tom da resposta política após a divulgação de um vídeo do jornalista Otávio Neto atacando Fábio Trad com informação infundada.
Loubet, que é pré-candidato ao Senado, foi categórico ao analisar o material, definindo-o como uma estratégia de desinformação visando as próximas eleições estaduais.
"O conteúdo do vídeo não deixou dúvidas sobre suas intenções: plantar uma mentira, na tentativa de desqualificar um servidor do governo Lula que teve seu nome lançado para concorrer ao governo de Mato Grosso do Sul pelo PT", afirmou o parlamentar.
"JOGO POLÍTICO"
Para o líder petista, o episódio reflete a dificuldade de setores adversários em lidar com o ambiente democrático.
Vander não poupou adjetivos ao descrever o que chamou de "setor político e ideológico mais atrasado da sociedade".
"Incapaz de conviver com as regras limpas e sadias de um jogo democrático, este setor recorre sem qualquer escrúpulo às práticas da difamação, da injúria, da calúnia", disparou Vander.
O parlamentar ainda complementou, avaliando o impacto social desse tipo de conteúdo:
"O conteúdo do vídeo não é somente um grave e corrosivo atentado ao bom jornalismo e ao direito do povo à informação e à verdade".
FATOR LULA NAS PESQUISAS
Segundo a avaliação de Loubet, os ataques a Fábio Trad — atual gerente de Auditoria e Controle da Embratur — não são isolados. Eles seriam uma reação aos indicadores positivos da gestão federal.
Para o deputado, o ataque é uma "exposição recorrente da ausência absoluta de limites éticos".
Ele enfatizou que a oposição reconhece "o quanto têm sido incômodos para a extrema direita os resultados vitoriosos do governo Lula e os números consolidados de todas as pesquisas sinalizando sua vitórias nas próximas eleições".
DEFESA DA IMPRENSA
Vander fez uma distinção clara entre o jornalismo profissional e o uso político da comunicação.
Ele reiterou que Mato Grosso do Sul tem profissionais sérios e éticos, mas que é preciso traçar uma linha.
"É legítimo questionar, investigar e denunciar quando houver fatos. O que não é legítimo é plantar dúvidas sem base, insinuar irregularidades sem provas ou utilizar a comunicação como instrumento de ataque político", concluiu o dirigente.











