25 de maio de 2024
Campo Grande 14ºC

Luto

Glória Maria era filha de alfaiate com uma dona de casa, conheça mais a história desse ícone

Início da carreira de Glória Maria não foi fácil por vir de uma família muito humilde

A- A+

Glória Maria foi filha de um alfaiate com uma dona de casa. Durante a infância, estudou em colégios públicos. Formou-se em Jornalismo Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio). Naquela época, ela conciliava os estudos com o trabalho de telefonista na Embratel. Em 1970, por um incentivo de uma amiga, foi levada pela colega para ser rádio-escuta da Globo do Rio. Um ano depois, em 1971, já estava contratada.

Naquele ano, estreou como repórter na cobertura do desabamento do Elevado Paulo de Frontin, no Rio de Janeiro. “Quem me ensinou tudo, a segurar o microfone, a falar, foi o Orlando Moreira, o primeiro repórter cinematográfico com quem trabalhei”, contou ela.
 

Na emissora de Roberto Marinho passou pelo “Jornal Hoje”, “Bom Dia Rio” e no “RJTV”. No “Jornal Nacional”, foi a primeira repórter a aparecer ao vivo. Em 1986, entrou para o time do “Fantástico”, do qual foi apresentadora de 1998 a 2007. Na atração dominical viajou por mais de 100 países, passando pela Europa, África e parte do Oriente, quando mostrou um mundo de novas descobertas ao telespectador de casa.


Após 10 anos no “Fantástico”, Glória Maria tirou dois anos de licença, um período sabático como ela mesma disse, para se dedicar a projetos pessoais. Nessa época, ela viajou para a Índia e a Nigéria, onde trabalhou como voluntária. De volta ao Brasil, adotou as filhas, Maria e Laura. Em 2010, já de volta à emissora, pediu para retomar o trabalho no Globo Repórter, onde seguiu realizando suas andanças pelos lugares mais diferentes do mundo.