20 de outubro de 2020
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PMA e UFMS apuram causas de mancha negra no Rio Aquidauana

Policiais militares ambientais e um técnico em Saneamento do Laqua (Laboratório de Qualidade de Água) da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) apuram as causas e a origem de uma mancha negra surgida no Rio Aquidauana, na semana passada.

Após várias denúncias feitas pela população sobre a sujeira, a equipe esteve no município de Anastácio para realizar a coleta da água. Com utilização de uma sonda multiparâmetros, o trabalho foi realizado na área de camping de uma fazenda e nas proximidades da Ponte Velha, onde foram observadas manchas escuras na água.

Apesar de não conseguirem localizar a fonte poluidora e qual a substância causadora da contaminação, os policiais e o técnico avaliam que a água está se autodepurando e a mancha sumirá. A equipe não percebeu mortandade de peixes, ou da flora do rio, devido ao material derramado.
Com as análises, a PMA e o laboratório da UFMS esperam conseguir localizar a fonte geradora da poluição. Caso o responsável pelo problema seja localizado, a PMA efetuará as autuações administrativas.
A multa prevista pelo Decreto Federal 6.514/2008 é de R$ 5 mil a R$ 50 milhões A pena criminal prevista pela lei de crimes ambientais (9.605/1998) é de um a quatro anos de reclusão, por poluição.
O Pantaneiro