21 de fevereiro de 2024
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GUERRA | ORIENTE MÉDIO

Conheça os brasileiros mortos e desaparecidos na guerra em Israel

Eles estavam em um festival de música eletrônica próximo a Faixa de Gaza

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Ranani Nidejelski Glazer, de 23 anos, e Bruna Valeanu, de 24 anos, são os brasileiros com nacionalidade israelense mortos durante a nova etapa da guerra entre palestinos e israelenses.  

Além deles, a também brasileira Karla Stelzer Mendes, de 41 anos, está desaparecida.  

Segundo o Ministério de Relações Exteriores, os três estavam no festival de música eletrônica Universo Paralello, próximo a Faixa de Gaza, onde o Hamas iniciou no sábado (7.out.23), a nova etapa da guerra contra Israel, que já dura 75 anos.  

Ranani é natural de Porto Alegre (RS) e em Tel Aviv, morava com outros 4 amigos há pouco mais de 1 mês. No Instagram, publicava fotos como soldado nas Forças de Defesa de Israel (FDI). Durante o ataque à rave, estava acompanhado da namorada, Rafaela Treistman. À CNN, ela contou que chegou a entrar em um bunker com Ranani. para se proteger dos tiros. Porém, depois de um ataque de bomba de gás, ela perdeu o parceiro de vista.

Esse é Ranani, morto na guerra em Israel. Foto: RedesEsse é Ranani, morto na guerra em Israel. Foto: Redes

Bruna é natural do Rio de Janeiro (RJ). Segundo a última atualização nas redes sociais, morava na cidade israelense de Petah Tikva, com cerca de 193 mil habitantes. Foi voluntária no grupo religioso Bnei Akiva, que se descreve como um “movimento juvenil religioso judeu sionista, que inspira e capacita jovens judeus com um senso de compromisso com o povo judeu, a Terra de Israel e a Torá”. Desde outubro de 2022, estuda comunicação e artes na Universidade de Tel Aviv.

Essa é Bruna, morta na guerra em Israel. Foto: RedesEssa é Bruna, morta na guerra em Israel. Foto: Redes

Karla Stelzer Mendes é a suposta 3ª vítima. Ela é professora e vive em Beit Ezra, a 46 km de Tel-Aviv.

Essa é Karla, desaparecida na guerra em Israel. Foto: RedesEssa é Karla, desaparecida na guerra em Israel. Foto: Redes

A ONG Zaka, especializada em resgates e primeiros socorros, afirmou no domingo (8.out) que pelo menos 260 corpos foram encontrados no local onde era realizado o festival de música eletrônica.