23 de outubro de 2021
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João Amorim depõe na Lama Asfáltica e tem prisão decretada

Empresário já tinha o pedido de prisão preventiva em função da Operação Coffee Break, assim como o ex-prefeito Gilmar Olarte, mas o que motivou essa detenção foi pela Operação Lama Asfáltica.

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Quatro foram ouvidos hoje em depoimento na Procuradoria Geral de Justiça na sequência da investigação da Operação Lama Asfáltica do Ministério Público Estadual (MPE), coordenada pelo promotor Thalys Franklyn de Souza, no entanto o empresário João Amorim, dono da Proteco, que compareceu para prestar depoimento na parte da manhã, foi mantido preso após ser ouvido.

Junto com Amorim, compareceu para depor o também empresário empresário João Baird, dono da Itel Informática, liberado após depoimento.

Prisão preventiva

O procurador-geral de Justiça, Humberto Brites, havia pedido a prisão temporária de João Amorim e do ex-prefeito Gilmar Olarte (ver documento anexo), no entanto o empresário, segundo as informações obtidas até o fechamento desta matéria, teve sua prisão temporária decretada em função da Operação Lama Asfáltica, deflagrada no dia 9 de julho deste ano, e que recolheu provas da casa do empresário.

Sigilo

Os depoimentos tomados hoje seguem sob sigilo de justiça, e mesmo a prisão de João Amorim, ainda que confirmadas ao MS Notícias por fontes confiáveis, não foram confirmadas ‘oficialmente’.