O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protagonizou neste domingo (25.out.26) uma virada eleitoral ao superar o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial, segundo os dados parciais apresentados no material da apuração.
A reversão do resultado do primeiro turno representa um feito inédito na história das eleições presidenciais brasileiras: um candidato que terminou a primeira etapa em segundo lugar conseguiu ultrapassar o adversário na votação decisiva.
Com isso, Lula caminharia para conquistar o quarto mandato presidencial pelo voto direto, depois das vitórias de 2002, 2006 e 2022.
A disputa contrariou o cenário de favoritismo da extrema direita após o primeiro turno, realizado no domingo (4.out.26). Na ocasião, Flávio terminou à frente, com 47,03% dos votos válidos (56.104.503 votos), contra 45,16% de Lula (53.879.538 votos).
A diferença foi de 1,87 ponto percentual, equivalente a 2.224.965 votos a mais para o candidato do PL.
O presidente precisava reverter essa vantagem e atrair parte dos eleitores que votaram em branco ou anularam o voto, grupo que somou 5.975.047 eleitores no recorte apresentado no levantamento.
A tarefa também exigia superar as projeções dos institutos de pesquisa divulgadas na véspera, quando Flávio aparecia numericamente à frente na maioria dos levantamentos citados.
VIRADA HISTÓRICA
Mais de 158,7 milhões de brasileiros estavam aptos a votar nas 499.248 urnas eletrônicas distribuídas pelo país, com reserva técnica de 64.662 equipamentos. A votação também ocorreu em 186 cidades no exterior.
A jornada eleitoral foi marcada por relatos de problemas logísticos. Cancelamentos e desvios de voos em São Paulo e em rotas entre o Rio Grande do Sul e o Nordeste, além do bloqueio de ao menos 75 ônibus em Salvador (BA), provocaram reação da campanha petista e de centrais sindicais.
As ocorrências levantaram suspeitas de prejuízo ao comparecimento de eleitores em regiões de apoio a Lula. Segundo o material original, a campanha acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) diante de possíveis prejuízos ao exercício do voto em dez estados.
O texto atribui ao ministro Cristiano Zanin uma decisão que prorrogou a votação por duas horas, até as 19h, no horário de Brasília. A medida teria sido tomada após questionamentos sobre as condições de acesso às seções eleitorais.
A divulgação dos resultados também teria sido interrompida temporariamente após os primeiros boletins, às 17h47. Naquele momento, com 0,25% das urnas apuradas, Lula aparecia com 57,66% dos votos válidos (193.574 votos), contra 42,34% de Flávio (142.169 votos).
Com a retomada da divulgação, a liderança mudou de mãos ao longo da noite.
| Marco da apuração (25.out.26) | Seções apuradas | Lula (PT) | Flávio Bolsonaro (PL) |
|---|---|---|---|
| Abertura inicial (17h47) | 0,25% | 57,66% | 42,34% |
| Retomada nacional (19h20) | 10,40% | 50,46% | 49,54% |
| Avanço Sul/Sudeste (19h46) | 13,98% | 49,97% | 50,03% |
| Consolidação parcial | 15,06% | 49,92% | 50,08% |
| Meio da contagem (20h20) | 43,24% | 49,87% | 50,13% |
| Ponto da virada | 52,46% | 50,19% | 49,81% |
| Ampliação da vantagem | 58,62% | 50,48% | 49,52% |
| Consolidação da dianteira | 62,03% | 50,57% | 49,43% |
| Totalização final do TSE | 94,29% | 51,69% | 48,3% |
A sequência reproduz, em parte, o movimento observado em 2022, quando Lula ultrapassou Jair Bolsonaro durante a apuração. Naquele ano, a virada ocorreu às 18h44, com 67,76% das urnas apuradas, e a vitória foi matematicamente confirmada às 19h56.
Em 2026, Flávio assumiu a liderança às 19h46, quando 13,98% das seções estavam apuradas e o senador registrava 50,03%, contra 49,97% de Lula. A vantagem permaneceu até a faixa de 43,24% da apuração, quando o candidato do PL marcava 50,13%, ante 49,87% do presidente.
A ultrapassagem de Lula ocorreu quando a totalização alcançou 52,46% das seções. Naquele momento, o petista tinha 50,19% dos votos válidos, contra 49,81% do adversário.
Com 58,62% das seções processadas, a diferença passou a 50,48% a 49,52%. O levantamento atribui parte do avanço à virada em 23 municípios nos quais Lula havia ficado atrás no primeiro turno.
Quando a apuração chegou a 62,03%, Lula somava 38.729.627 votos, equivalentes a 50,57%. Flávio tinha 37.850.475 votos, ou 49,43%. A diferença era de 879.152 votos, enquanto brancos e nulos somavam 2.453.123.
PESQUISAS APONTAVAM VANTAGEM DE FLÁVIO
O resultado parcial contrastava com os levantamentos divulgados no sábado (24.out.26), véspera do segundo turno. Na maioria das pesquisas citadas, Flávio aparecia numericamente à frente.
| Instituto | Divulgação | Flávio Bolsonaro | Lula | Margem de erro/registro informado |
|---|---|---|---|---|
| Datafolha | 24.out.26 | 51,0% | 49,0% | ± 2,0 p.p. — BR-09540/2026 |
| Quaest | 24.out.26 | 51,0% | 49,0% | ± 2,0 p.p. — BR-09158/2026 |
| AtlasIntel/Bloomberg | 24.out.26 | 50,8% | 49,2% | ± 1,0 p.p. — BR-06380/2026 |
| CNT/MDA | 24.out.26 | 50,7% | 49,3% | ± 2,2 p.p. — BR-02136/2026 |
| BTG/Nexus | 24.out.26 | 50,5% | 49,5% | ± 2,2 p.p. — BR-08234/2026 |
| Gerp | 24.out.26 | 52,0% | 48,0% | Levantamento de véspera |
| Futura | 24.out.26 | 50,1% | 49,9% | Menor distância entre os institutos citados |
| Colectta | Semana final | 49,7% | 50,3% | Lula numericamente à frente |
O levantamento BTG/Nexus citado no material chegava a projetar 52,4% para Flávio e 47,6% para Lula em um cenário que estimava abstenção de 21%.
A análise original aponta dois fatores demográficos que poderiam ajudar a explicar a diferença entre as projeções e o movimento observado durante a apuração: o comportamento dos eleitores que se abstiveram no primeiro turno e a definição do voto entre mulheres e jovens.
No grupo de eleitores que não compareceram às urnas em 4 de outubro, Lula registrava 51,8% das intenções de voto, contra 34,3% de Flávio, conforme os dados apresentados no material.
Entre os eleitores de candidatos derrotados no primeiro turno, Flávio aparecia à frente em alguns recortes. O senador receberia 35,9% dos votos de eleitores de Ronaldo Caiado, contra 30,7% de Lula; 37,5% dos eleitores de Augusto Cury, ante 33,4% do petista; e 40,9% dos eleitores de Renan Santos, contra 30,4% de Lula.
A análise também destacava a atuação da militância petista para incentivar o comparecimento de eleitores que haviam se abstido na primeira etapa.
MULHERES, JOVENS E MOTIVAÇÃO DO VOTO
Na véspera da votação, as mulheres correspondiam a 4% dos entrevistados indecisos, proporção quatro vezes superior à registrada entre os homens, de 1%, segundo os números apresentados no levantamento.
Embora 94,8% do eleitorado declarasse ter o voto consolidado, a faixa de 16 a 24 anos apresentava maior possibilidade de mudança. Entre os apoiadores de Flávio, 10,8% admitiam rever a escolha até o domingo, contra 7,3% dos eleitores de Lula.
Os dados atribuídos ao Datafolha também indicavam diferenças na motivação do voto. Entre os eleitores de Lula, 82% afirmavam escolhê-lo por considerá-lo o melhor candidato para o país, enquanto 10% diziam votar nele principalmente para derrotar o adversário.
No eleitorado de Flávio, 67% demonstravam convicção na escolha, enquanto 21% no Datafolha e 26,3% na Colectta apontavam o antipetismo como motivação para o voto.
O PESO DAS POLÍTICAS SOCIAIS
A avaliação do governo federal também entrou no centro da disputa. Na reta final, a aprovação da gestão variava entre 47% e 47,6%, enquanto a desaprovação oscilava entre 48,8% e 49,7%, de acordo com os números citados no material.
A análise atribui parte do desempenho de Lula às políticas públicas implementadas entre 2023 e 2026. No recorte apresentado, quando os entrevistados reconheciam a proximidade do presidente com as dificuldades cotidianas da população, a preferência por Lula chegava a 60,5%, contra 16,9% de Flávio.
O Bolsa Família aparecia como a ação governamental mais lembrada espontaneamente, citado por 24,6% do eleitorado. Na sequência estavam o Pé-de-Meia, com 7,8%, e o Minha Casa, Minha Vida, com 5,2%.
O material também destaca o lançamento do Gás do Povo, programa desenhado para alcançar mais de 15 milhões de lares em situação de vulnerabilidade. Na região Centro-Oeste, a estimativa citada era de 889 mil famílias beneficiadas.
MS: HABITAÇÃO, EDUCAÇÃO E REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA
Em Mato Grosso do Sul, estado historicamente marcado pela força política do agronegócio conservador, o governo federal estabeleceu parcerias institucionais e anunciou investimentos em diferentes áreas.
Na habitação popular, rural e indígena, o programa Oga Porã, apresentado no material como segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, destinou R$ 52 milhões à construção de 483 unidades habitacionais em dez municípios, com atendimento a 13 comunidades indígenas. A iniciativa foi firmada em parceria com o governador Eduardo Riedel (PSDB).
Na educação superior, o levantamento cita R$ 35 milhões do Ministério da Educação (MEC) e do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) para a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Desse total, R$ 6,8 milhões seriam destinados ao complexo estudantil do Autocine.
Na pauta fundiária, o texto menciona a entrega de cerca de 1.300 títulos definitivos de terra e a meta de assentar 5,7 mil famílias.
A análise associa essas ações à tentativa do governo federal de ampliar o diálogo com diferentes segmentos da população no interior do país.
MAPA REGIONAL DO VOTO
O Nordeste permaneceu como principal reduto eleitoral de Lula, com destaque para o Piauí, onde o presidente havia alcançado 70,99% dos votos válidos no primeiro turno.
O levantamento também aponta resultados favoráveis ao petista no Amapá, no Maranhão, no Pará e no Amazonas. No Pará, os percentuais citados eram de 48,67% para Lula e 45,54% para Flávio. No Amazonas, o resultado indicado era de 47,83% a 45,35%.
No Amazonas, a análise atribui a Lula vitórias em 55 dos 62 municípios do interior, o que teria revertido a vantagem de Flávio em Manaus.
No Sudeste, o material aponta que Lula havia perdido cerca de 1,8 milhão de votos em comparação com 2022. A mobilização do segundo turno teria recuperado parte desse terreno em periferias urbanas e cidades médias.
VOTAÇÃO NO EXTERIOR
Os resultados atribuídos ao eleitorado brasileiro no exterior também apontavam vantagem para Lula. O colégio eleitoral no exterior era estimado em 918.876 eleitores aptos, ante 697.078 em 2022, crescimento de 31,8%. As mulheres representavam 57% desse total.
Segundo os números reunidos no material, Lula venceu em 42 países e territórios, enquanto Flávio liderou em 12. Em 54 países com resultados divulgados, o petista teria somado 59,66% dos votos válidos, ou 141.263 votos, contra 40,34% de Flávio, equivalente a 95.499 votos.
Na Europa, Lula teria vencido em 25 dos 27 países com votação, enquanto Flávio teria ficado à frente na Grécia e na Ucrânia.
Em Portugal, maior colégio eleitoral brasileiro no continente, com 134.797 eleitores inscritos, Lula teria recebido 34.319 votos (59,42%), contra 23.433 (40,58%) de Flávio.
Na França, o resultado informado era de 83,96% para Lula, com 10.676 votos, contra 2.039 do adversário. Na Alemanha, o petista teria alcançado 79,09%, com 16.549 votos contra 4.374, chegando a 89% nas urnas de Berlim.
Na Espanha, Lula teria obtido 68,42% (9.293 votos), contra 4.289 de Flávio. No Reino Unido, o resultado indicado era de 63,34%, com 10.968 votos contra 6.349. Na Itália, o petista teria somado 59,99% (7.921 votos), ante 5.283 do adversário.
Na Suíça, Lula teria alcançado 56,68%, com 7.089 votos, contra 5.419. Na Irlanda, teria obtido 80,20% (7.194 a 1.776 votos), enquanto na Holanda chegaria a 80,13% (5.578 a 1.383).
O material também registra 78,26% para Lula na Suécia e 85,06% na Dinamarca.
No Oriente Médio, na África e na Ásia-Pacífico, os números citados apontavam vantagem petista na Palestina, com 95,60% (1.000 a 46 votos); na Síria, com 90,60%; na Jordânia, com 90,51%; e no Marrocos, com 83,78%.
Na Nova Zelândia, apontada no texto como o primeiro país a encerrar a votação, Lula teria obtido 80,54%, com 418 votos contra 101. Na China, o resultado seria de 65,28% (502 a 267); na Coreia do Sul, 64,35%; em Singapura, 63,77%; na Austrália, 63,46% (6.017 a 3.465); em Cabo Verde, 62,3%; e em Angola, 58,60%.
Flávio Bolsonaro teria concentrado suas principais vantagens no Japão, com 80,08% (28.538 a 7.098 votos), em Israel, com 699 votos contra 166, e na África do Sul, com 57,9%.
DESAFIO DE GOVERNAR COM O CONGRESSO DE 2027
A composição do Congresso Nacional eleito em 4 de outubro desenhou um cenário de forte polarização para o próximo mandato, com posse prevista para fevereiro de 2027.
O Partido Liberal (PL) teria consolidado a maior bancada de uma única legenda desde a redemocratização, com 121 deputados federais, 24 a mais que os 97 eleitos em 2022. O resultado seria impulsionado por votações como as de Nikolas Ferreira, em Minas Gerais, e Lucas Pavanato, em São Paulo.
No Senado, o partido teria conquistado 19 novas cadeiras, chegando a 28 integrantes entre as 81 vagas.
A Federação Brasil da Esperança (PT-PCdoB-PV) teria passado de 82 para 88 deputados, tornando-se a segunda maior força da Câmara. O PT, isoladamente, teria eleito 70 parlamentares, cinco a mais que os 65 de 2022. O levantamento também aponta crescimento de partidos aliados, como PSOL e PV.
No Senado, onde 54 vagas estiveram em disputa, o PT manteria nove integrantes, com possibilidade de chegar a dez caso Wellington Dias retornasse pelo Piauí. A bancada seria impulsionada pela reeleição de Jaques Wagner e pela conquista da segunda vaga da Bahia, além de vitórias em Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Entre os nomes da oposição e do Centrão que, segundo o levantamento, teriam sido derrotados na disputa ao Senado estão Ciro Nogueira (PP-PI), Carlos Viana (PSD-MG), Marcos do Val (Avante-ES), Esperidião Amin (PP-SC) e Soraya Thronicke (PSB-MS).
Apesar do crescimento das bancadas, o material aponta que nenhum dos campos políticos teria maioria isolada. Os partidos de centro e do Centrão, encabeçados pela federação União Progressista, somariam 87 deputados e 11 senadores. O PSD teria 43 deputados e cinco senadores; o Republicanos, 41 deputados; e o MDB, 36 deputados e oito senadores.
Juntos, esses partidos controlariam 257 das 513 cadeiras da Câmara e 34 das 81 vagas do Senado, conforme os números apresentados.
A articulação com esse bloco seria determinante para a governabilidade. Durante o domingo eleitoral, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que os brasileiros esperavam “pacificação” independentemente do resultado. O presidente da Câmara, Hugo Motta, também exaltou a confiabilidade do sistema eletrônico de votação.
Entre as pautas legislativas citadas para o próximo período está a proposta de acabar com a escala de trabalho 6x1, que teria votação pautada no Senado.
TRAJETÓRIA ELEITORAL DE LULA
A eleição de 2026 representaria, caso confirmada a vitória, o quarto mandato presidencial de Lula pelo voto direto. Nenhum outro presidente brasileiro foi eleito diretamente para quatro mandatos.
A trajetória eleitoral do petista começou com três derrotas consecutivas: em 1989, para Fernando Collor de Mello, e em 1994 e 1998, para Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
Em 2002, Lula venceu José Serra (PSDB) e chegou pela primeira vez à Presidência. Quatro anos depois, foi reeleito ao derrotar Geraldo Alckmin, então adversário tucano.
Em 2022, voltou ao Palácio do Planalto ao superar Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno. Lula recebeu 60.345.999 votos, equivalentes a 50,90% dos válidos, contra 58.206.354 votos de Bolsonaro, que somou 49,10%. A diferença foi de 2.139.645 votos.
| Ano | Resultado de Lula | Adversário ou vencedor | Contexto |
|---|---|---|---|
| 1989 | 2º colocado | Fernando Collor de Mello | Primeira eleição direta após a ditadura; derrota no segundo turno |
| 1994 | 2º colocado | Fernando Henrique Cardoso (PSDB) | Disputa decidida no primeiro turno, em meio ao Plano Real |
| 1998 | 2º colocado | Fernando Henrique Cardoso (PSDB) | Reeleição de FHC no primeiro turno |
| 2002 | Eleito — 1º mandato | José Serra (PSDB) | Primeira vitória presidencial de Lula |
| 2006 | Reeleito — 2º mandato | Geraldo Alckmin (PSDB) | Reeleição com mais de 58 milhões de votos |
| 2022 | Eleito — 3º mandato | Jair Bolsonaro (PL) | Vitória por 50,90% a 49,10% |
| 2026 | Reeleição — 4º mandato, conforme a hipótese do texto | Flávio Bolsonaro (PL) | Virada após terminar o primeiro turno atrás |
A trajetória do ex-metalúrgico pernambucano atravessa quase quatro décadas da política brasileira. Depois das derrotas de 1989, 1994 e 1998, Lula ampliou as alianças do PT e venceu a eleição de 2002. Em 2006, renovou o mandato ao derrotar Geraldo Alckmin.
Após deixar a Presidência, atravessar o período de prisão e ter suas condenações anuladas pelo Supremo Tribunal Federal, Lula voltou ao Planalto em 2023, ao vencer Jair Bolsonaro na eleição de 2022.
A disputa de 2026 acrescenta outro capítulo a essa trajetória. A confirmação de um quarto mandato, porém, depende da totalização oficial dos votos pelo Tribunal Superior Eleitoral.











