25 de maio de 2024
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TERENOS | OPERAÇÃO

Três pessoas são mortas a tiros pela Polícia Civil em MS

Equipes dizem que houve confronto

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Wellington Roberto Alves, de 27 anos, Jhonatan Batista da Silva, de 31 anos e Paulo Sérgio Barbosa de Lucena, de 37 anos, foram mortos a tiros em suposto confronto com forças de segurança da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (PCMS), na 6ª.feira (9.dez.22), numa casa na rua Tertuliano Gerônimo da Silva, Bairro Leandro Correia, em Terenos (MS).

A equipe responsável pela operação é da Delegacia Especializada de Repressão aos Roubos e Furtos (DERF) e alegou que os homens mortos estariam planejando fazer furtos no município.

A ação, contou com apoio da Delegacia de Terenos e do Núcleo de Operações Especiais da Polícia Rodoviária Federal (NOE/PRF).

De acordo com apurado pelo MS Notícias, a equipe da Derf teria ido a residência após obter informações de que um dos alvos estaria no município. Chegando ao local, as equipes teriam sido alvejadas pelos suspeitos. 

A polícia apresentou três revólveres calibre 38 milímetros à Perícia, entretando apenas um deles estava com munições deflagradas. Apesar disso, o delegado adjunto da Derf, Francis Freire, sustentou que os 3 suspeitos estavam com as armas em punho. “Foi constato pela Perícia que uma das armas efetuou disparos contra os policiais. É importante falar que todos eles estavam com arma em punho”, disse Freire.

As equipes também argumentam que todos os suspeitos tinham antecedentes criminais por tráfico e furto.

Wellington tinha, segundo a PC, uma sentença de 5 anos e 10 meses de prisão por tráfico de drogas na Comarca de Presidente Epitácio (SP) e a vinha pagando em regime semiaberto em Campo Grande.  

Jhonatan, diz a polícia, tinha cinco condenações por roubos, associação criminosa e porte ilegal de arma. Ele estava evadido do sistema prisional desde setembro de 2022 e tinha pena remanescente a cumprir 33 anos de prisão. No momento da abordagem, a PC diz que ele portava documento falso com sua fotografia em nome de Danilo Celestino.

Paulo, diz a equipe, tinha condenações por tráfico de drogas e receptação. Ele cumpria pena em regime semiaberto e tinha pena remanescente de 3 anos liquidar.