22 de janeiro de 2021
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Para ampliar produção Estado aumenta importação de insumos

Foi registrado um aumento de 29,6% em 2013 com as importações de bens de capital, produtos químicos e equipamentos para máquinas e motores pelas empresas do Estado. O salto foi de US$ 515,7 milhões para US$ 668,3 milhões. O crescimento reforça a expansão do setor industrial com as indústrias, investido na ampliação da capacidade produtiva. A aquisição dos produtos permite que a indústria mantenha o atual nível de crescimento, com perspectivas de evolução. O monitoramento da compra de insumos vai acontecer a cada três meses, demonstrando assim o desenvolvimento da indústria. A importação de bens de capital demonstra a preocupação das indústrias com a modernização das respectivas linhas de produção. O setor industrial evolui quando importa novos componentes produtivos, caracterizando a necessidade de aumento da capacidade competitiva e absorção de novas tecnologias.As importações do Estado aumentaram 10,6%  no período, saindo de US$ 5,11 bilhões em 2012 para US$ 5,65 bilhões no ano passado, com destaque nos grupos “Gás Natural”, “Bens de Capital”, “Produtos Químicos”, e “Peças e Equipamentos para Máquinas e Motores”, que proporcionaram aumentos, no comparativo com 2012, equivalentes a US$ 426,62, US$ 97,09, US$ 36,40 e US$ 19,17 milhões, respectivamente. A expansão da importação do gás natural decorre do aumento na quantidade consumida do gás boliviano pelo Brasil. Em 2012 foram importados 11,58 bilhões de metros cúbicos de gás natural, com um custo de US$ 0,28 o metro cúbico, enquanto 2013 o volume importado se elevou para 13,21 bilhões de metros cúbicos ao mesmo custo do ano anterior, totalizando US$ 3,66 bilhões em aquisições do produto. Bens de capital Quanto ao grupo “Bens de Capital”, o destaque ficou por conta das caldeiras para água superaquecida, as importações do produto totalizaram US$ 57,80 milhões. Os principais países fornecedores de bens de capital para o estado foram China, Áustria, Finlândia, Suécia, Alemanha, Itália, Japão e Estados Unidos, que, somados, venderam para Mato Grosso do Sul o equivalente a US$ 281,86 milhões. Já no grupo “Produtos Químicos” a elevação se deu em função do aumento nas importações de “Outros Cloretos de Potássio Diidrogeno-ortofosfato de Amônio” e “Hidrogeno-ortofosfato de Diamônio”. Em relação ao valor, em 2013, o total comprado do exterior alcançou a cifra de US$ 270,89 milhões, resultado 15,5% maior que o obtido em 2012. Os principais fornecedores foram Estados Unidos, Rússia, Marrocos, Canadá, Belarus, Alemanha, China e Israel, totalizando US$ 218,1 milhões. Em relação ao grupo “Peças e Equipamentos para Máquinas e Motores”, a elevação ocorrida se deu em função do expressivo aumento nas compras de “Outros Turbo Compressores de Ar, Partes de Outras Turbinas a Gás” e “Outros Materiais, Máquinas, Aparelhos para Produção de Frio e Bombas de Calor”. Com o volume total em 2013 alcançando 3,75 mil toneladas, resultado 43,4% maior que o obtido em 2012, quando o total não ultrapassou as 2,61 mil toneladas, proporcionando, deste modo, acréscimo no valor da importação equivalente a US$ 19,2 milhões. Quanto aos fornecedores, destacaram-se Itália, China e Estados Unidos, que, somados, totalizaram US$ 53,68 milhões dos US$ 66,56 milhões importados por Mato Grosso do Sul em produtos do grupo “Peças e Equipamentos para Máquinas e Motores”. “Particularmente, o gás natural tem a maior representação, posicionando a Bolívia como o principal parceiro comercial do Estado. Tayná Biazus