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tera, 07 de abril de 2020

CORONAVÍRUS

Médico que mutilou mulheres deixa a prisão por causa da Covid-19

Por estar no grupo de risco o médico recebeu benefício de cumprir prisão domiciliar

Por: REDAÇÃO26/03/2020 às 09:26
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Graças ao coronavírus, médico condenado por mutilar mulheres trocou a cela do presídio pela prisão domiciliarGraças ao coronavírus, médico condenado por mutilar mulheres trocou a cela do presídio pela prisão domiciliarFoto: Reprodução/Arquivo/O Jacaré

Condenado pela Justiça a 88 anos de prisão por mutilar e causar sequelas em 175 mulheres, o médico Alberto Jorge Rondon de Oliveira, 62 anos, ficou menos de cinco meses na cadeia. Ele foi o primeiro preso a ser beneficiado pela pandemia do coronavírus. No último sábado (21.março), o dublê de cirurgião plástico colocou tornozeleira eletrônica e voltou a cumprir prisão domiciliar.

Alberto Jorge Rondon de Oliveira, foi preso em 23 de outubro de 2019. Rondon foi condenado por ter mutilado 12 mulheres entre 1990 e 1999. Nessa primeira acusação, pegou 13 anos e seis meses.

Em agosto de 2019, ele condenado a mais 46 anos pela juíza Eucelia Moreira Cassal, da 3ª Vara Criminal de Campo Grande, por ter mutilado cinco mulheres e corrupção no antigo Previsul, que se transformou em Ageprev e Cassems.

Rondon é portador de diabete Mellitus, doença coronariana, hipertensão arterial, depressão e dislipidemia. Com isso, o juiz Mário José Esbalqueiro Júnior, da 1ª Vara de Execução Penal, acatou o pedido e concedeu prisão domiciliar. O processo tramita em sigilo.

Fonte: O Jacaré. 

 

 

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