As Forças Armadas dos Estados Unidos gastaram aproximadamente US$ 779 milhões no primeiro dia de guerra contra o Irã. A guerra teve início na madrugada de 28 de fevereiro de 2026.
O valor bilionário representa cerca de 0,1% de todo o orçamento de guerra norte-americano aprovado para o ano de 2026.
As estimativas financeiras foram compiladas pela agência Anadolu, com base em confirmações do Comando Central dos EUA (CENTCOM).
O cálculo considera as exigências de manutenção, horas de voo e relatórios do Departamento de Defesa para 2025 e 2026.
Em junho de 2025 os EUA sob o regime de Donald Trump também já tinha atacado o Irã.
A operação militar deflagrada no último sábado envolveu um amplo contingente de aeronaves furtivas, caças e navios de guerra.
OPERAÇÕES AÉREAS
A ação inicial contou com quatro bombardeiros furtivos B-2, que decolaram da Base Aérea de Whiteman, no Missouri.
As aeronaves realizaram um voo direto sem escalas até a zona de conflito, utilizando munições de precisão de 907 kg.
Considerando os altos custos de logística, a missão exclusiva do esquadrão B-2 exigiu cerca de US$ 30,2 milhões.
A ofensiva também mobilizou uma ampla frota de caças de última geração, incluindo os modelos F-22, F-35, F-16 e F-18.
A operação dessas frotas de interceptação e ataque rápido somou uma despesa aproximada de US$ 271,34 milhões.
O contingente aéreo foi reforçado por aeronaves de guerra eletrônica EA-18G Growler e aviões de ataque A-10C Thunderbolt.
Somando o uso de drones MQ-9 Reaper, aviões de reconhecimento e baterias HIMARS, o custo aéreo e terrestre atingiu US$ 423,57 milhões.
OFENSIVA NAVAL E MÍSSEIS
No mar, a operação foi sustentada por dois grupos de porta-aviões de propulsão nuclear posicionados estrategicamente.
As frotas do USS Abraham Lincoln e do USS Gerald R. Ford atuaram em conjunto com destróieres e navios de combate.
A manutenção diária dessa infraestrutura naval em zona de operações militares é estimada em US$ 15 milhões.
A partir dessas embarcações, a Marinha norte-americana lançou dezenas de mísseis de cruzeiro Tomahawk contra alvos iranianos.
Embora o número oficial de disparos permaneça sob sigilo, projeções especializadas apontam o uso de aproximadamente 200 unidades.
Apenas esta etapa balística da ofensiva representou um gasto de US$ 340,4 milhões em munições de longo alcance.
A estrutura defensiva norte-americana também manteve ativos os sistemas antimísseis Patriot e THAAD durante as ações.

![O Comando Central dos EUA (CENTCOM) inicia a Operação Epic Fury, sob as ordens do Presidente dos Estados Unidos, em Tampa, Flórida, Estados Unidos, em 28 de fevereiro de 2026. [CENTCOM dos EUA/Divulgação Agência Anadolu]](https://cdn.msnoticias.com.br/img/pc/710/1/dn_arquivo/2026/03/1772557250.webp)









