26 de outubro de 2020
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Moradores do bairro Chácara Cachoeira reclamam da falta de estrutura

O bairro Chácara Cachoeira, região leste de Campo Grande, se estende atualmente até o antigo Bairro Jardim Umuarama, na saída para Três Lagoas. O bairro é novo na Capital, com cerca de 15 anos, porém, mesmo sendo um adolescente já possui diversos problemas como alagamentos, acidentes e a praça local está esquecida e não há estrutura nela.

Rui Watanabe, morador do bairro há 13 anos, acompanhou a reportagem do site MS Notícias em três pontos bastante próximos do bairro e mostrou as dificuldades encontradas em cada um deles.

Primeiramente em relação à praça local, Rui firmou que há seis anos foi feita uma indicação na Câmara de Vereadores pelo ex-vereador Marcelo Bluma, mas o projeto apresentado para a sua reestruturação não foi aprovado.

“Para que serve o IPTU (Imposto predial territorial urbano), se nada é realizado aqui neste espaço?”, questiona-se Rui. A praça foi estruturada pelos próprios moradores, que instalaram a iluminação, os bancos e até plantaram árvores no local.

Em segundo lugar, há um antigo atacado próximo a rua Cora Carolina, que em dias muito chuvosos despeja através de sua tubulação grande quantidade de água nas ruas próximas, fazendo com que sejam alagadas. Não há “bocas de lobo” para fazer o escoamento da água, somente rede de esgoto no local.

Para finalizar, no final da rua Cora Carolina, com a rua José Augusto Mira, possui  uma esquina que foi mal planejada, segundo engenheiros que já estiveram no local fazendo o estudo. Essa esquina deve ser refeita, pois ocasiona muitos acidentes. Ainda conforme Rui explica, somente no ano passado neste mesmo local, cinco acidentes aconteceram.

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O pedido dos moradores deste pedaço da Chácara Cachoeira, é que algo seja feito para evitar futuros transtornos, em relação aos alagamentos e aos acidentes. Já os moradores solicitam que na praça seja construída uma calçada para caminhadas, uma academia ao ar livre para os idosos, melhores bancos e iluminação.

Apesar de ser um bairro privilegiado, há até o momento essas pequenas falhas que podem ser solucionadas o quanto antes. “Já existe um projeto, é só arrumar aqui para nós. Não é justo pagarmos impostos e não termos retorno”, alega Rui.

Tayná Biazus