13 de agosto de 2022
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DELATORA

Abandonada pelo bolsonarismo, Sara Winter oferece delação premiada

Sara é investigada por envolvimento em atos antidemocráticos; extremista declarou que, caso consiga o acordo com a PGR, pretende deixar o país

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Após assistir o ministro o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) prorrogar os inquéritos de investigações sobre fake news e o dos atos antidemocráticos, que vão correr por por mais 90 dias, a militante de militante de extrema direita, Sara Giromini, conhecida como Sara Winter, deve confirmar à Procuradoria-Geral da República (PGR) o acordo de delação premiada, que foi ofertado pela militante de extrema direita, segundo a reportagem de Gabriel Mascarenhas, da Veja. 

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Sara é investigada por envolvimento em atos antidemocráticos. Atualmente, ela cumpre prisão domiciliar e usa tornozeleira eletrônica. A negociação para a delação ainda está em estágio inicial.

Na quinta-feira (8.abril), ela participou de audiência com o procurador Aldo Costa para discutir o assunto. Costa é responsável pelo inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar os financiamentos das manifestações antidemocráticas.

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A extremista declarou que, caso consiga o acordo com a PGR, pretende deixar o país.

Sara ficou conhecida por ser fundadora do movimento “300 pelo Brasil”. Ela chegou a ser presa pela Polícia Federal (PF) por sua atuação em protestos que atentavam contra a democracia.