08 de maro de 2021
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Amorim, Giroto e outros seis investigados conseguem habeas corpus e deixam prisão

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O empresário João Alberto Krampe Amorim dos Santos, o ex-secretário estadual de obras Edson Giroto, e mais sete pessoas investigadas pelo MPE (Ministério Público Estadual) foram liberados no final da tarde deste sábado (14) depois de terem conseguido na Justiça habeas corpus.

Com exceção de Elza Soares, secretária de João Amorim, que cumpria prisão domiciliar devido à gravidez de risco, todos investigados já saíram da cadeira e passarão fim de semana em casa.

Os nove envolvidos são investigados por suposta organização criminosa que fraudava licitações e contratos para desvio de recurso público. Na segunda-feira (9), o juiz Carlos Alberto Garcete atendeu pedido do MPE que investiga desvio de pelo menos R$ 2,9 milhões de obras feita pela Proteco Construções na MS-228 e decretou prisão de Amorim, dono da Proteco, Giroto e de mais sete pessoas: Elza Cristina Araújo dos Santos, Átila Garcia Gomes Tiago de Souza, Maria Wilma Casanova Rosa, Maxwell Thomé Gomez, Rômulo Tadeu Menossi, Wilson Cabral Tavares e Wilson Roberto Mariano de Oliveira.

Ainda segundo informações preliminares, não oficiais, também teriam sido presos, a secretária de João Amorim, Elza Cristina Araújo dos Santos, e outras seis pessoas: Átila Garcia Gomes Tiago de Souza, Maria Wilma Casanova Rosa, Maxwell Thomé Gomez, Rômulo Tadeu Menossi, Wilson Cabral Tavares e Wilson Roberto Mariano de Oliveira.

Giroto havia conseguido habeas corpus e chegou a ser solto na quarta-feira (12), mas no dia seguinte teve novo pedido de prisão decretado. Porém, neste sábado (14) o desembargador Claudionor Duarte, plantonista, concedeu habeas corpus e todos já foram liberados. A prisão temporária de João Amorim, Giroto e os demais investigados terminaria neste sábado (14), porém a Justiça na sexta-feira (13) decretou prorrogação de prisão por mais cinco dias mesmo todos tendo prestado depoimento. Agora, nova decisão poderá ser julgada apenas na segunda-feira (17).