19 de maio de 2024
Campo Grande 18ºC

NACIONAL | SÃO VICENTE (SP)

Barbárie: professora morre após ser estuprada com cabo de vassoura

Namorado da vítima é suspeito

A- A+

Cleonice Antônio Santos, de 48 anos, morreu na segunda-feira (18.ago.22), após ser estuprada e ter um cabo de vassoura introduzido em seu corpo pelo órgão genital. O objeto perfurou a parte central do intestino grosso e ela não resistiu. O caso aconteceu em São Vicente, no interior paulista. A reportagem é do g1

Segundo a polícia, a vítima morreu no Hospital Municipal de São Vicente (SP). O laudo pericial do Instituto Médico Legal (IML), aponta que a causa da morte foi “choque séptico”, ou seja, uma infecção generalizada, que foi causada pela perfuração. 

Na unidade de saúde, os médicos realizaram uma cirurgia chamada laparotomia exploratória, em que o abdômen é aberto e os órgãos abdominais são examinados em busca de lesões ou doenças.

Em boletim de ocorrência registrado no 1º Distrito Policial de São Vicente, a filha dela informou à Polícia Civil que, segundo relatado pelo próprio namorado da mãe, Cleonice teria sido socorrida por ele após "se sentir mal".

A artesã Luzinete Aragão, prima da vítima, alegou, entretanto, que a família suspeita do namorado de Cleonice, que teria desaparecido após levá-la ao hospital. 

Nesta quinta-feira (18.ago), o namorado, identificado apenas como Manoel Acácio tornou-se oficialmente investigado pela Polícia Civil como o principal suspeito pela morte da professora aposentada. Até o momento, ele não foi encontrado, mas ainda não é considerado foragido. D

O velório e enterro de Cleonice Antônio Santos aconteceram na terça-feira (16.ago.22), no Cemitério de São Vicente (SP), localizado no bairro Parque Bitaru.

A Prefeitura de São Vicente disse, por meio da Secretaria de Saúde (Sesau), que a paciente recebeu “acolhimento e todos os cuidados necessários” no Hospital Municipal de São Vicente.

“A Sesau esclarece que, de acordo com o Artigo 74 do Código de Ética Médica, os profissionais de saúde são proibidos de “revelar fato de que tenha conhecimento em virtude de exercício de sua profissão, salvo por motivo justo, dever legal ou consentimento, por escrito, do paciente”, complementa a prefeitura.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirmou que a autoridade policial representou pela prisão temporária do suspeito e segue com as diligências visando a sua localização para esclarecimento dos fatos, e que detalhes serão preservados para garantir a autonomia ao trabalho policial.