04 de dezembro de 2020
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Assédio sexual

DJ denuncia 'playboys' por assédio sexual em boate de Campo Grande

“Começaram a abusar de forma explícita das minhas amigas, passaram a mão, tentaram beijar", disse nas redes sociais

Uma DJ de 25 anos usou as redes sociais para desabafar sobre assédio sofrido por parte de 'playboys' em uma boate no bairro Monte Castelo, em Campo Grande.

O caso aconteceu na última sexta-feira (3). No relato, ela conta que tinha sido contratada no local, quando, na madrugada, quatro homens começaram o assédio em frente à boate.

“Resolvemos entrar e ficar em uma mesa, os 4 homens entraram no bar e pediram pra usar nossa mesa pra colocar suas cervejas, eu disse não porque estava ocupada, insistentemente eles colocaram o balde na nossa mesa, sem nenhum respeito. Eu pedi educadamente para que retirassem e chamei o segurança”, diz nas redes sociais, para o público que a acompanha.

De acordo com o relato, um deles foi grosseiro e mal educado.

“Eles tiraram e um dos 4 colocou novamente o balde na mesa e disse que ia usar a mesa sim, e repetiu por mais 3 vezes, os amigos tiravam o balde e ele colocava novamente”.

“Saímos de perto e eles começaram a se aproximar, resolveram começar a tirar fotos e fazer vídeos pra que eu e minhas amigas saíssemos nas fotos, insistentemente repetiram por horas as mesmas atitudes”, destacou.

A DJ conta que, na ocasião, os homens começaram a abusar das amigas dela.

“Começaram a abusar de forma explícita das minhas amigas (passaram a mão, tentaram beijar, se elas dançavam eles tentavam passar suas partes íntimas nelas e etc...) e isso foi visto por várias pessoas e elas pediram educadamente para que eles parassem e sem respeito algum eles não pararam, tiraram fotos, fizeram vídeos e mesmo depois de eu repetir dezenas de vezes para que parassem eles não respeitaram”.

Ainda na postagem, a DJ deixa claro que se posicionou devido às notícias que circularam. A equipe do TopMídiaNews tentou contato com a DJ, mas até o fechamento desta reportagem, não teve resposta.

O caso foi registrado como importunação sexual na Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher).