21 de abril de 2021
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Iluminação Pública

Romero questiona Seplanfic sobre aplicação de recursos da Cosip

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Em maio deste ano, o secretário titular da Secretaria Municipal de Planejamento, Finanças e Controle (Seplanfic), Disney de Souza Fernandes participou de audiência pública para prestação de contas quadrimestral obrigatória e afirmou que a prefeitura tinha em caixa até aquela data R$ 52 milhões provenientes da Cosip (Contribuição para o Custeio da Iluminação Pública), valor que vem descontado na conta de energia elétrica mensalmente. O secretário ainda fez o compromisso de início de aplicação do recurso num projeto de modernização da iluminação pública da Capital.

Na época, Disney Fernandes informou que dentro de 20 dias a prefeitura começaria a executar o projeto de modernização que consiste na substituição das lâmpadas comuns por de led, que representa mais economia no consumo de energia e menos necessidade de manutenção.

Quase 40 dias depois da promessa de início de substituição das lâmpadas com objetivo de economia, o vereador Eduardo Romero encaminhou ofício para a Seplanfic solicitando informações sobre o não encaminhando de projeto desta natureza para a Câmara, que precisa autorizar o trâmite, e ainda solicitando informações sobre entraves que eventualmente estão atrasando o caminho do projeto.

De acordo com informações de Disney Fernandes durante a prestação de contas na Câmara, existem em Campo Grande 107 mil postes, mas a modernização vai chegar a apenas 30 mil deles com trocas de lâmpadas nas principais avenidas e corredores de ônibus. O secretário afirmou uma economia mensal de 900 mil reais por mês com a modernização

Eduardo Romero é da Comissão Permanente de Orçamento e Finanças da Câmara e da Comissão Especial criada em 19 de abril de 2016, ‘para acompanhamento de assuntos relativos ao aumento na cobrança de tarifa de energia elétrica, dos postos de serviços, Cosip e outros no município de Campo Grande’. O parlamentar destaca que há dinheiro dormindo no caixa da prefeitura enquanto que moradores estão às escuras, bem como áreas públicas como praças e parques’.