A Polícia Rodoviária Federal (PRF) vai inaugurar nesta 4ª feira (10), em Ivinhema, sua nova Unidade Operacional (UOP) em Mato Grosso do Sul. Localizada no Km 145 da BR-376, no distrito de Amandina, a unidade é fruto das gestões da Superintendência Regional, chefiada pelo agente João Paulo Bueno, e do deputado federal Vander Loubet, pré-candidato do PT ao Senado.
Tanto pela localização geográfica como nas funções operacionais, a UOP de Ivinhema ocupa ponto estratégico em território sul-mato-grossense. As estradas na região e seu entorno são utilizadas como corredores pelas organizações criminosas, principalmente do narcotráfico e do contrabando. Bueno afirma que a ampliação da rede de cobertura repressiva significa um reforço no sistema de defesa e proteção da sociedade.
ESTRUTURA E VALORIZAÇÃO
Bueno destaca as iniciativas de Vander para atender demandas da corporação e de seus integrantes. "A bancada federal, como um todo, é decisiva nas parcerias com a PRF, assim como são o Governo do Estado, as prefeituras e as câmaras municipais. No caso do Vander, ao longo de seus mandatos, ele vem cumprindo os compromissos assumidos com a Força, tanto na estrutura física e operacional, como na valorização salarial e trabalhista do nosso efetivo", assinalou o superintendente.
Valorizar os agentes da PRF é uma das prioridades no programa de Vander para a campanha de senador. Ele reitera que continuará defendendo esta pauta, lembrando da contribuição com a grande vitória da categoria na luta por melhorias salariais, mencionada por Bueno. Hoje, por meio de um ciclo de reajustes, o salário inicial de um PRF é de R$ 12.253,84, chegando a R$ 23.000,00 no topo da carreira.
A conquista está na Lei 14.875, aprovada pelo Congresso Nacional e assinada pelo presidente Lula em 2024. Vander foi um de seus principais mobilizadores de apoio. A lei do reajuste salarial atende algumas categorias de servidores federais e reestrutura a carreira de vários cargos do Executivo, entre eles os delegados da Polícia Federal (PF), policiais penais e rodoviários, os servidores da Agência Nacional de Mineração (ANM), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e das áreas de tecnologia da informação e política social.











