14 de agosto de 2020
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Infiltração fez parte de teto do HU em Dourados desabar

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Nota divulgada pela assessoria de comunicação do HU (Hospital Universitário), aponta que uma telha deslocada pode ter sido o motivo da queda do forro de gesso do teto da maternidade, ocorrida no fim da tarde de ontem (9).Os 25 leitos do alojamento conjunto precisaram ser interditados, e a previsão é de que a estrutura esteja restabelecida em três semanas.

Conforme a nota, a direção-geral do HU constatou que a telha deslocada possibilitou a entrada da água da chuva no forro, comprometendo a estrutura. “Devido ao grande fluxo de água, parte da cobertura dos quartos cedeu e o restante está comprometido”, informou a assessoria do hospital.

Todas as pacientes internadas na maternidade foram removidas para outros setores. Mulheres que deram a luz recentemente e seus bebês foram transferidas para o Posto 2 (clínica cirúrgica), o que obrigou o hospital a desmarcar todas as cirurgias eletivas agendadas para os próximos dias devido à ocupação total dos leitos. Ainda de acordo com a nota oficial, as gestantes foram encaminhadas para o espaço do PAP (Pronto Atendimento Pediátrico).

A diretoria do HU vai definir as estratégias a serem adotadas nos próximos dias em reunião. De acordo com a assessoria, o diretor-geral Wedson Desidério Fernandes adiantou que a empresa responsável pela reforma será acionada para que sejam apuradas as responsabilidades sobre o caso.

A direção informou ainda que a presidente do Conselho Municipal de Saúde, Berenice de Oliveira Machado Souza, já foi informada sobre o ocorrido, e que durante a semana, o caso também deverá ser discutido com a Secretaria Municipal de Saúde, “em busca de alternativas para solucionar o problema sem prejudicar o atendimento à população”.

Confira a nota na íntegra:

A direção-geral do Hospital Universitário da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) informa que o alojamento conjunto (maternidade) da instituição precisou ser interditado no final da tarde desta segunda-feira (9) devido a problemas de infiltração no forro de gesso durante a chuva.

O problema teria ocorrido devido a uma telha deslocada, o que permitiu que a água da chuva entrasse no forro comprometendo toda a sua estrutura. Devido ao grande fluxo de água, parte da cobertura dos quartos cedeu e o restante está comprometida.

Por conta disso, todas as pacientes internadas na maternidade precisaram ser removidas para outros setores. Puérperas e bebês foram transferidas para o Posto 2 (clínica cirúrgica), o que obrigou o hospital a desmarcar todas as cirurgias eletivas agendadas para os próximos dias devido à ocupação total dos leitos.

Já as gestantes foram encaminhadas para o espaço do PAP (Pronto Atendimento Pediátrico). Apesar do imprevisto, a equipe agiu rapidamente para garantir a segurança de pacientes, acompanhantes e servidores. Os 25 leitos de alojamento conjunto foram interditados e a previsão inicial é que o setor seja reja restabelecido para atendimento em torno de três semanas.

A diretoria do HU/UFGD se reuniu na noite de ontem e está novamente reunida neste momento para definir as estratégias a serem adotadas nos próximos dias. O diretor-geral Wedson Desidério Fernandes adiantou que a empresa responsável pela reforma será acionada para que sejam apuradas as responsabilidades sobre o caso.

A presidente do Conselho Municipal de Saúde, Berenice de Oliveira Machado Souza, já foi informada sobre o ocorrido. Nesta semana, o caso também deverá ser discutido com a Secretaria Municipal de Saúde em busca de alternativas para solucionar o problema sem prejudicar o atendimento à população.

Dourados News