25 de novembro de 2020
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PORTO MURTINHO

Professor de dança estuprou e engravidou menina de 14 anos, diz mãe

"Quando ele terminou, ela vestiu a calça e esqueceu até de vestir a calcinha...Pegou a bicicleta dela chorando", relatou a mãe

A menina de 14 anos grávida de cinco meses foi a delegacia de Polícia Civil de Porto Murtinho junto com a mãe e afirmou estar grávida de seu professor de dança de 27 anos. As informações são do site G1 MS. 

Segundo a mãe da vítima, que teve identidade preservada, a filha participava de um projeto municipal de dança, intitulado Artes em Cena. O suspeito, que é professor dança no projeto, passou a convidar a menina para ir tomar tereré em sua casa.  Nas primeiras vezes a menina disse que recusou, mas ele insistiu, então ela aceitou ir até a residência uma vez, quando ocorreu o abuso. 

Segundo testemunhou a vítima, ela deixou o irmão em uma consulta e foi até a casa do professor no dia 13 de agosto de 2019. Chegando lá, ele teria, em determinado momento, a convidado para ir até seu quarto, momento em que a agarrou, apertou seu pescoço e cometeu o crime sexual. “A vítima teria falado que não queria, mesmo assim, o professor teria cometido o ato e ainda perguntou a ela se gostou, momento em que "ela disse que tinha nojo dele", reportou o G1.

''Quando ele terminou, ela vestiu a calça e esqueceu até de vestir a calcinha e o casaco. Pegou a bicicleta dela chorando. Ele falou pra ela ‘foi bom né, fala que você gostou. Não foi tão ruim'', contou a mãe da vítima, ao Campo Grande News.  

Além da Polícia Civil, o conselho tutelar do município também atendeu a ocorrência. O caso foi registrado como estupro de vulnerável. "A mãe da vítima registrou a ocorrência e estamos apurando. Foram solicitados exames e estamos aguardando os resultados. A adolescente foi ouvida preliminarmente, porém, serão todos intimados formalmente para prestarem depoimento", afirmou ao G1 o delegado João Cleber Dorneles, responsável pelas investigações.

Ainda conforme o delegado, a menina disse que está grávida do suspeito. O homem permanece solto. O caso foi registrado como estupro de vulnerável.

Fonte: G1 MS.