29 de outubro de 2020
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RECONTRATAÇÃO

Cuba poderá oferecer 1,8 mil médicos ao Brasil e 22 opções anti-Covid-19

Cuba está atendendo o mundo inteiro. Tem médicos cubanos na China, na Itália

O ministro mais sensato, educado e menos cínico do governo Bolsonaro é da pasta da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Apesar de todas as restrições orçamentárias e idealismos impostos pelo presidente da República, o ministro defende a volta de 1,8 médicos cubanos na saúde pública.

A intenção de readmitir cubanos antecedeu a propagação do novo Coronavírus, a partir de dezembro de 2019. No momento, Cuba dá sinais de que poderá vincular a oferta de médicos ao uso de medicamentos no combate ao novo Coronavírus. É uma negociação capitalista.

O jornal cubano Granma registrou, em 17.03, uma conferência de imprensa da indústria farmacêutica Biocubafarma, que garante a produção de 22 medicamentos para o tratamento do Covid-19. É uma proposta realista e, ao mesmo tempo, mercadológica, conforme foi falado aos jornalistas.

“Embora atualmente não exista vacina ou tratamento preventivo específico no mundo para o novo coronavírus SARS CoV-2, que causa a doença Covid-19, a indústria farmacêutica cubana garante a produção de medicamentos testados e altamente eficazes, como o Interferon Alfa humano recombinante 2B, além de outro grupo de medicamentos, que fazem parte do protocolo de atendimento a pacientes com esta doença e quaisquer complicações que possam surgir.”