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Deputados, senadores e Governo "quebraram as pernas" dos sindicatos

Saem prejudicados os próprios trabalhadores que não terão mais quem os defendam contra os baixos salários e as péssimas condições de trabalho, além da exploração desenfreada como já vem se verificando

Por: REDAÇÃO10/09/2019 às 09:11
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José Lucas da Silva - Pres. FeintramagJosé Lucas da Silva - Pres. FeintramagFoto: Divulgação

Deputados federais, senadores e o Governo Federal “quebraram as pernas” dos sindicatos brasileiros, maiores e legítimos representantes dos trabalhadores, ao implantarem medidas como: Reforma Trabalhista, Terceirização e Reforma Previdenciária, entre outras medidas.

Entretanto, os maiores prejudicados em todo esse processo, serão os próprios trabalhadores que não terão mais quem os defendam contra os baixos salários e as péssimas condições de trabalho, além da exploração desenfreada como já vem se verificando, sem o cumprimento de pagamentos como horas extras em inúmeras categorias em Mato Grosso do Sul e em todo Brasil. As críticas são de José Lucas da Silva, presidente da Feintramag – Federação Interestadual dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias de MS e MT.

“Na Câmara dos Deputados temos apenas uma média de 160 parlamentares que votam matérias de interesse dos trabalhadores brasileiros. O restante, mesmo sendo eleitos pelo voto desses profissionais, votam contra eles e em favor do empresariado”, afirmou José Lucas, que coordena também a CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros em MS.

Para o sindicalista, milhares de sindicatos por todo Brasil estão simplesmente falidos, pois as medidas tomadas pelo Governo, com o aval de deputados e senadores, tiraram a sustentação financeira dos sindicatos, que foram obrigados se não fechar definitivamente as portas, cortar inúmeros serviços antes prestados em benefício das categorias que representam.

José Lucas da Silva diz ainda que o trabalhador acabou sendo usado como massa de manobra do Governo, Congresso Nacional e o empresariado, para se voltar contra os sindicatos. “Acontece que os trabalhadores ainda não se deram conta de que ficará sozinho nas empresas e com todas as legislações a favor do empresariado, este vai explorá-lo em todos os sentidos, pagando baixíssimos salários, e isso já está acontecendo, e explorando em jornadas sem a devida remuneração”, denuncia José Lucas.

O sindicalista também tece duras críticas à Reforma da Previdência que está no Senado para ser aprovada. “Esse será o golpe fatal no trabalhador, que será obrigado a trabalhar até morrer. Aqueles que conseguirem antes disso, verão seus vencimentos diminuírem em até 40%”. Lamentável as grandes transformações que estão ocorrendo hoje em todo país, favorecendo apenas o empresariado brasileiro, diz José Lucas.

O presidente da Feintramag também criticou o pacote de combate ao desemprego, em estudo pelo Governo  e que prevê medidas em ao menos dez frentes. Em uma delas, está prevista a liberação de até R$ 65 bilhões para capital de giro de empresas. Em outra, a ideia é criar uma espécie de rede de "agências de trabalho" privadas. As propostas estão na mesa de Paulo Guedes (Economia) e já foram apresentadas para um grupo seleto de empresários e banqueiros.

 

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