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domingo, 08 de dezembro de 2019

BOLÍVIA

Após se declarar presidente, senadora boliviana se reuniu com militares

Jeanine Añez e os militares se juntaram para tomarem o lugar de Evo Morales na Bolívia

Por: FOLHAPRESS13/11/2019 às 13:50
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Foto: Reuters

 Após se declarar presidente da Bolívia nesta terça (12), Jeanine Añez se encontrou com o alto comando militar e da polícia do país, no Palácio Quemado, sede do governo. Uma fotografia divulgada pelo senador Oscar Ortiz Antelo em uma rede social mostra um militar ajeitando a faixa presidencial utilizada pela senadora de oposição.

Imagens divulgadas pela rede de TV boliviana Unitel mostram Añez -já vestindo a faixa presidencial- sentada à mesa com militares, e em seguida cumprimentando o general Williams Kaliman, comandante das Forças Armadas.Não se sabe o que foi discutido nem quanto tempo durou o encontro.

Em uma entrevista para jornalistas logo em seguida, Añez disse que quer "fortalecer a nossa polícia, que nos demonstraram nestes dias, com o Exército, que trabalhando de maneira conjunta nos dão bons resultados". Ela acrescentou que "a única coisa que os bolivianos querem é viver em paz".

Apesar de não ter reunido quórum nem na Câmara de Deputados nem no Senado, a senadora opositora Jeanine Añez, 52, declarou-se presidente da Bolívia nesta terça (12), ocupando o vácuo de poder deixado pela renúncia de Evo Morales e de seu vice, Álvaro García Linera.

Evo renunciou à Presidência no domingo (10), depois de 13 anos no poder, pressionado pela oposição e pelas Forças Armadas, que sugeriram que ele deixasse o poder. Kaliman, que se encontrou com Añez logo após a senadora se declarar presidente interina, foi o responsável por fazer o pronunciamento dos militares.

Evo deixou o país e se exilou no México, que lhe ofereceu asilo político.

Añez prometeu pacificar o país e convocar novas eleições o mais rapidamente possível. Evo classifica sua saída como golpe e diz que foi ilegal a autoproclamação da senadora. "A Bolívia sofre um assalto ao poder do povo", publicou em uma rede social.

O Brasil e os EUA reconheceram Aiñez como presidente interina. Já a Argentina, segundo informação de um alto oficial do governo ao jornal Clarín, não a reconhece no cargo por enquanto.

 

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