05 de dezembro de 2020
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Como os dois cotados para a direção da PF são vistos pela corporação

Um pouco experiente e outro já trabalhou muito fora da PF

Anderson Torres, atual secretário de Segurança do DF e um dos preferidos de Jair Bolsonaro para suceder Maurício Valeixo na direção-geral da PF, é policial federal. Mas os delegados mais experientes e influentes o consideram alguém com pouco alinhamento com a corporação. Motivo: além de pouco experiente, dos dezesseis anos que tem de PF, Torres ocupou por dez anos cargos fora dela.

Já Alexandre Ramagem, diretor da Abin e outro cotado para o cargo, o preferido sobretudo pelos filhos de Bolsonaro, é tido na PF como bom policial, mas muito jovem. Tem apenas 15 anos na Polícia Federal.