O mercado brasileiro de jogos eletrônicos já soma cerca de R$ 13 bilhões em movimentação, valor que
consolida o país como o maior polo de consumo do setor na América Latina.
ESTÚDIOS INTERNACIONAIS MIRAM O PÚBLICO BRASILEIRO
A companhia georgiana Spribe, criadora de títulos de aposta no formato crash, ilustra esse movimento.
Nos últimos anos, a empresa deixou de atuar apenas como desenvolvedora de jogos isolados e passou a operar também a Broadway, plataforma própria de integração B2B usada por operadores para incorporar seus títulos com mais agilidade em mercados como o brasileiro.
Um dos carros-chefe da Spribe no país é o Aviator, jogo do gênero crash que lidera em popularidade no cassino da KTO e opera com mecanismo Provably Fair, o que permite que cada rodada seja auditada de forma independente. Essa transparência tem sido apontada como um dos fatores que ajudaram o formato a ganhar espaço entre jogadores brasileiros nos últimos anos.
EVENTOS REFLETEM O CRESCIMENTO
A expansão também aparece nos eventos do segmento. A Gamescom Latino América, realizada em São Paulo, reuniu mais de 154 mil visitantes na edição mais recente, alta de 17,5% em relação ao ano anterior, além de dezenas de publishers internacionais e milhares de profissionais da indústria.
Para 2026, projeções da consultoria PwC apontam faturamento de cerca de US$ 2,8 bilhões para o setor no país, impulsionado pela popularização dos e-sports e por um público cada vez mais diversificado.
Atualmente, os jogos para celular já respondem por mais da metade de todo o faturamento do setor brasileiro, à frente de consoles e computadores. Parte desse avanço acompanha o lançamento de aparelhos intermediários com funções premium voltadas a jogos, como o modo dedicado que a Motorola apresentou no Moto G100, lançado no país em 2021.
A combinação entre público mobile em expansão, formatos rápidos como os jogos crash e a chegada de plataformas de integração internacionais aponta para uma tendência de continuidade nesse crescimento ao longo dos próximos meses, conforme os números do setor.











