01 de outubro de 2020
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Em cinco meses, índice de contratações cresceu quase 30% em Corumbá

A taxa de crescimento da geração de empregos formais em Corumbá ficou próxima de 30% nos cinco primeiros meses de 2014 em comparação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a maio deste ano, segundo análise do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o saldo entre contratações e demissões foi positivo. O balanço mostrou que de fato permaneceram na economia 416 postos de trabalho. No mesmo período do ano passado, o saldo havia sido negativo. De janeiro a maio foram criadas 3.173 vagas com carteira assinada na cidade, indicam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado equivale a um crescimento de 28,15% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 2.476 pessoas foram contratadas 2.476 pessoas. Com 1.069 admissões, o setor de Serviços foi o que mais contratou nos primeiros cinco meses do ano. O segundo lugar no ranking ficou com o Comércio, que admitiu 801 pessoas. Logo atrás, com 523 contratações com carteira assinada aparece a Agropecuária. Os cinco segmentos restantes pesquisados pelo Ministério foram responsáveis por outras 780 admissões formais no período. Somente em maio deste ano, a economia corumbaense abriu 470 postos de trabalho com carteira assinada. Índice pouco abaixo do mesmo mês do ano passado, quando o município registrou 485 contratações formais. Nos cinco meses pesquisados pelo Ministério, houve 2.757 demissões. Total superior as 2.510 dispensas contabilizadas nos cinco primeiros meses de 2013. O Caged - criado pela Lei nº 4.923/65 - é um registro administrativo que acompanha e fiscaliza o processo de admissão e dispensa de trabalhadores regidos pela CLT, em todo o país. As empresas encaminham os dados mensalmente, pela internet, ao Ministério do Trabalho e Emprego. As informações se referem aos municípios e às atividades econômicas. Servem de suporte a várias políticas de emprego. Como a pesquisa só mede o emprego com carteira assinada, o Caged exclui as informações sobre o desemprego informal, que aparece nas demais pesquisas de desemprego. Quatro setores geram quase 90% dos postos de trabalho Balanço dos últimos 12 meses mostrou que a economia formal corumbaense vem sendo sustentada pelos setores de Serviços; Comércio; Agropecuária e Indústria de Transformação. Juntos, eles foram responsáveis por quase 90% das contratações formais na cidade, ao longo do período. Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Segundo o relatório, o total de admissões nos últimos doze meses, mostrou que esses quatro segmentos criaram 5.833 postos de trabalho, o equivalente a 89,25% das vagas. Os outros cinco segmentos da economia local contrataram 701 pessoas. O total de admissões foi de 6.534 novos contratos com carteira assinada. O setor de Serviços foi o que mais contratou ao longo de doze meses, alcançando 2.243 admissões formais. O segundo lugar no ranking ficou com o Comércio que admitiu 1.700 pessoas. Agropecuária vem logo atrás com a criação de 1.130 postos de trabalho; a Indústria de Transformação assinou a carteira de 759 pessoas ao longo dos últimos doze meses. Diário Corumbaense