18 de abril de 2021
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Marquinhos propõe mais infraestrutura e segurança à região norte

O candidato a prefeito de Campo Grande pela coligação “Sempre com a Gente”, Marquinhos Trad (PSD), caminhou, nesta quinta-feira (6), pelas ruas do Bairro Nova Lima e reiterou compromisso de melhorar a infraestrutura e mobilidade da região norte da Capital.

Marquinhos lembra que o Nova Lima, por exemplo, é um dos bairros mais antigos e populosos da cidade, com 52 anos e 35 mil habitantes, no entanto, sofre com o abandono. Ele ressalta que a região está em franca expansão e necessita de um projeto de reestruturação adequado para evitar problemas futuros.

“Nós sabemos que o Nova Lima é um dos bairros mais antigos e populosos da cidade, mas não tem uma infraestrutura adequada. Grande parte das ruas ainda não conta com asfalto, por exemplo. Além disso, precisamos de intervenção na questão da mobilidade. Se nada for feito, daqui 10, 20 anos seremos penalizados”, comenta.

Outro problema que aflige moradores e comerciantes da região é a questão da violência. Moradora do bairro há mais de 40 anos, a aposentada Sebastiana Marcelino Estandilau, 65 anos, diz que o número de assaltos e furtos a comércios e residências aumentou assustadoramente nos últimos anos.

“A gente sempre teve problema com a violência aqui no bairro, mas a situação está feia ultimamente. O pessoal fica com medo de andar com coisa de valor na rua. Os comerciantes também ficam preocupados. Tem um monte aí que é assaltado quase duas, três vezes por mês. É complicado. Além disso, estamos esquecidos aqui. Na região tem mercado, shopping, condomínio de luxo, mas parece que moramos em uma fazenda. É preciso que alguém faça por nós e eu tenho confiança no Marquinhos”, diz.

Quanto a questão da segurança, Marquinhos lembra que é dever do Governo do Estado atuar de forma enérgica para coibir essa crescente no número de roubos, assaltos e furtos, mas o poder público municipal não pode ser omisso.

“Nós temos que ficar atentos quanto a esta questão que influi diretamente na vida das pessoas. Com o estado de pânico instalado, comerciantes deixam de investir na região, as pessoas se mudam e isso gera prejuízos. Na nossa gestão pretendemos implantar a Polícia Metropolitana para atuar de forma ostensiva e coibir as ações dos criminosos, além de atuar em parceria com as outras forças policiais”, finaliza.