30 de novembro de 2020
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INFRAESTRUTURA

Avenida 7 será prolongada, duplicada e ponte será construída no Nova Campo Grande

Construção da ponte sobre o Imbirussu ligará bairro ao Polo Industrial Oeste

Com aproximados 20 mil habitantes, o bairro Nova Campo Grande, receberá obras na sua principal avenida de acesso, a Avenida 7, que deve ser licitada nos próximos meses, segundo projeto entregue ontem (18) pelo Prefeito Marquinhos Trad, à Caixa Econômica Federal. A Avenida deve receber ainda a construção de uma ponte que custará R$ 2 milhões a administração. O empreendimento abrange ainda drenagem, recapeamento de afastamento de várias ruas no bairro, todas as obras estão orçadas incialmente em R$ 51, milhões nessa primeira fase.

Segundo o secretário de Infraestrutura, Rudi Fioresi, o projeto de infraestrutura é complexo, tem um alto custo, em função das características de solo da região, onde o lençol freático é muito aflorado. “Será preciso recorrer a algumas soluções de drenagem de alto custo, dreno profundo, implantação de colchões drenantes”, explicou. 

A ponte em questão terá 20 metros sobre o Córrego Imbirussu e deve permitir um novo acesso ao Polo Empresarial Oeste, onde muitos moradores da região trabalham. Hoje, para chegar às empresas a única alternativa é pela Avenida Duque Caxias e o seu prolongamento, a Avenida Solon Padilha.

Demonstrando força pela celeridade das obras, prefeito e o secretário da Caixa falaram sobre a celeridade nos trâmites. “Estamos entregando todas as formalidades técnicas exigidas, junto com projeto para análise da Caixa Econômica Federal. Eu acredito que dentro do prazo de 30 dias, com a conclusão, já podemos iniciar o processo de licitação e, posteriormente, o início das obras, atendendo uma reivindicação antiga de moradores do bairro”, declarou Marquinhos Trad.

O recurso investido tem apoio do Governo do Estado, mas é viabilizado pelo Programa Aceleração do Crescimento (PAC), com a contrapartida da Capital. O Superintendente Regional da Caixa Econômica em Mato Grosso do Sul, Evandro Narciso de Lima, disse que dentro de 30 dias a CEF já terá analisado o projeto e poderá assim liberá-lo para iniciar o processo de licitação. “Queremos dar esse retorno no máximo daqui um mês, para que o projeto já possa ser licitado e iniciado definitivamente”, afirmou.

O projeto contempla a execução de 16 quilômetros de drenagem, 20 quilômetros de pavimentação e 9 quilômetros de recapeamento. Estão previstas intervenções em ruas como a Felipe dos Santos; Teófilo Otoni; Avenida 2; Wilson Paes de Barros; Antônio Vieira de Mello; Amaro de Castro Lima; ruas 25 e 57.

Em função destas características do solo é que o projeto de pavimentação terá de ser feito por etapas, conforme a disponibilidade de recursos.