06 de maio de 2021
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RECORTE INCLUSIVO

Compromisso com o social é o carimbo de gestão em Mato Grosso do Sul

Governo escalou Sérgio Murilo para consolidar sua grande marca afirmativa e conceitual

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O Estado adquiriu uma condição única de solidez gerencial e de capacidade para suportar a pressão das dificuldades e ao mesmo tempo retomar o crescimento, com foco definido na evolução social e econômica, na sustentabilidade humana e ambiental. O conceito de governar com as pessoas e para as pessoas é seguido com firmeza e responsabilidade.

Este é o olhar com que o titular da Secretaria Estadual de Governo e Gestão Estratégica (Segov), Sérgio Murilo, define a realidade da governança nestes quase seis anos e meio com Reinaldo Azambuja (PSDB) no comando político-administrativo de Mato Grosso do Sul. O secretário, recém-investido para a Pasta que concentra as tarefas de inteligência e monitoramento na execução da governabilidade, faz a avaliação partindo das condições que foram criadas para que os caminhos do progresso sejam abertos pela perspectiva humanista da inclusão social e da abertura de oportunidades para todos.

Sérgio Murilo chama a atenção para os gráficos de desempenho financeiro dos 27 estados do Brasil. Quase todos mostram semelhanças de resultados entre eles. A diferença é que apenas dois ou três estados conseguem, na média, trafegar fora da sinuosa linha vermelha, a cor que denuncia o déficit, endividamento, falta de investimentos, retração, contenção drástica de custeio, e sufoco geral, com zero por cento de reajuste e salários atrasados do funcionalismo público.

CÍRCULO DE EXCEÇÕES 

Na contra mão da lógica recessiva, Mato Grosso do Sul há seis anos seguidos destaca-se neste círculo tão restrito de exceções. É a unidade federativa cuja situação vem pontuando na linha azul de superávit entre os saldos positivos e negativos que resultam da violenta e  implacável crise econômico-financeira, agravada em março de 2020, quando explodiu a pandemia da Covid-19.

No bojo dessa performance, afirmou-se a gestão do governador Reinaldo Azambuja como fator decisivo para o acúmulo sul-mato-grossense de respostas eficazes aos vários desafios da crise. O estado hoje é reconhecido como parâmetro nacional em itens fundamentais de gestão pública e alcança posições surpreendentes nos rankings elaborados de acordo com os dados oficialmente apurados. As conclusões dos mais acreditados aferidores nacionais do gênero corroboram Murilo.

O Cadastro Geral de Empregos, do Ministério do Trabalho (Caged), põe Mato Grosso do Sul, desde o primeiro ano do governo Azambuja, entre os três maiores geradores de vagas de trabalho com carteira assinada no País. O Ministério da Indústria e Comércio o aponta entre os de maior potencial para atrair investimentos.

Para o Centro de Liderança Pública (CLP) é o 6º Estado mais competitivo do país. E está em 9º lugar no ranking do estudo Desafios da Gestão Estadual (DGE), elaborado pela consultoria Macroplan e divulgado pelo Movimento Brasil Competitivo. Em 10 áreas de resultados para 32 indicadores analisados, o Estado melhorou em sete.  

GOVERNO QUER MAIS

Secretários de Governo visitam a Cidade de Nioaque em 08/abril/2021, quando a completou 172 anos. Secretários de Governo visitam a Cidade de Nioaque em 08/abril/2021, quando a completou 172 anos. Foto: Guilherme Pimentel 

Apesar de tudo isso, Azambuja ainda não está satisfeito. Quer potencializar ao máximo duas condições estruturantes do desenvolvimento social e econômico de Mato Grosso do Sul: auto-suficiência em infraestrutura nos investimentos que compete ao Estado e o maior alcance possível na incorporação de famílias despossuídas ao processo produtivo. "As pessoas precisam ter garantias de inclusão efetiva, não só social, mas econômica, caso contrário ficam dependentes do poder público e o desenvolvimento empaca, no geral".

Nestes pouco mais de seis anos em dois mandatos, Azambuja fez investimentos recordes na infraestrutura, com um governo municipalista. As parcerias nesse viés envolvem os 79 municípios, atendidos por várias ações e programas, como o atual "Governo Presente", que até o final do mandato, em 2022, terá investido em todas as regiões mais de R$ 6 bilhões em projetos de modernização e ampliação da malha viária, construção e reforma de redes físicas da saúde e da educação, aparelhamento da segurança pública, universalização do saneamento e outras áreas.

Técnicos do Programa Esse é Reinaldo Azambuja (PSDB), apresentando aos Técnicos o Programa “Mais Social”. Iniciaram a análise a partir dos inscritos no CadÚnico e com renda de até meio salário mínimo per capita. Foto: Chico Ribeiro 

E com a pandemia, o governador multiplicou e ampliou a rede de cobertura humana e de inclusão, ao criar o "Mais Social" e acrescentá-lo aos demais programas que contemplam as famílias situadas nas faixas mais vulneráveis. O interessante, segundo Sérgio Murilo, é que esses programas são concebidos para uma execução em moldes transversais, ou seja, a assistência social tem sempre uma condução emancipalista, porque cria espaço e fomenta a capacitação dos beneficiários para acessar ao universo da geração de emprego, de renda do provimento de sua subsistência e de inserção de sua produção no mercado.

A MISSÃO

O secretário de Governo e Gestão Estratégica, Sérgio Murilo. O secretário de Governo e Gestão Estratégica, Sérgio Murilo. Foto: Saul Schramm

É para completar o ciclo das intervenções inclusivas que o governador fez as mudanças na equipe no início de seu penúltimo ano de governo, ao designar Eduardo Riedel para a Secretaria de Infraestrutura e substituí-lo na Segov por Sérgio Murilo. Na transversalidade gerencial, em que todas as secretarias operam em conjunto e com ações que se articulam ou em meios ou em fins, a solução já demonstra, por seus resultados, o acerto estratégico das escolhas.

Dotado de indiscutível qualidade para pensar e perseguir soluções aos desafios mais complexos, Sérgio Murilo aceitou cumprir aquilo que considera uma missão, ao ser convidado por Azambuja para substituir a figura central do pensamento da gestão. É um capacitado empreendedor com formação para posições de liderança. Isso explica sua presença vencedora em trincheiras empresariais, no universo social (presidente do Rádio Clube, o mais tradicional de Campo Grande no gênero) e político (é presidente regional do Podemos).

Murilo traz esse volume qualificado de capacidades para alargar os horizontes inclusivos do ciclo governamental de Reinaldo Azambuja, um governo que, a seu ver, é "do social", porque imprime, vigorosamente, a marca da atenção às necessidades e aos direitos das pessoas e às exigências da sustentabilidade. Tudo isso como indutores irremovíveis da engrenagem que executa a retomada do desenvolvimento.