17 de junho de 2021
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Reeleição

Indicadores nacionais atestam importância de Azambuja para MS

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Mato Grosso do Sul elegeu ou não o governo que merece? Para responder à pergunta obrigatória entre os temas que vão dominar o debate eleitoral, dirigentes e estrategistas políticos estão debruçados sobre os demonstrativos do histórico e do desempenho dos eventuais concorrentes ao governo, tanto em intervenções executivas como nas ações do Legislativo e protagonismos na sociedade civil.

Os principais medidores de desempenho gerencial adotados no Brasil devem servir de parâmetro para os eleitores, particularmente os chamados formadores de opinião, na tarefa de avaliar o potencial dos candidatos aos principais cargos eletivos nos estados. Esta é a constatação que a mídia brasileira vem reproduzindo em entrevistas e artigos de respeitados cientistas políticos, consultores e analistas de pesquisas de opinião publica. Especialista em comportamento eleitoral e cientista político da Universidade de Brasília (UnB), Leonardo Barreto há algum tempo vem chamando a atenção para um perfil de candidato que vem crescendo na preferência da sociedade. A seu ver, carisma e poder de oratória deixam de ser os principais atributos, perdendo a vez para políticos que tem histórico de capacidade na construção de resultados e pulso firme.

A conclusão de Barreto vem ao encontro das expectativas delineadas pela população de Mato Grosso do Sul nas eleições de 2014, quando, com esse perfil , o tucano Reinaldo Azambuja levou a disputa para o segundo turno e superou o senador Delcídio Amaral, que era o primeiro das intenções de voto em todas nas pesquisas feitas antes da abertura das urnas. O discurso de Azambuja não vendia ilusões, mas apontava exatamente para uma gestão de resultados.

RESULTADOS - Passados três anos de seu mandato, o governador trata com cuidado e discrição o tema de sua pré-candidatura à reeleição. Quer fechar seus quatro anos de gestão mantendo os resultados que elevaram Mato Grosso do Sul ao topo do ranking das melhores e mais produtivas administrações entre os 27 governos estaduais do Brasil. Não será tarefa das mais fáceis, tendo em vista que a conjuntura recessiva encontrada logo ao assumir ainda é desfavorável ao equilíbrio da economia e às demandas nacionais de crescimento. Mas Mato Grosso do Sul conseguiu destacar-se como exceção num quadro de desalentos e de performances desanimadoras na grande maioria dos estados.

Com resultados e pulso firme, Azambuja atendeu à esperança dos sulmatogrossenses que, confiantes ou não, precisam de respostas concretas de superação e de avanços no processo de evolução social e econômica.

Em três anos, o governo de Azambuja alcançou uma das maiores médias brasileiras no quesito “transparência”, com repetição de notas 10 em sucessivos levantamentos. Tem mais: Mato Grosso do Sul está entre os três estados que, nesse período, pontuaram com as melhores médias no ranking da geração de empregos com carteira assinada. É ainda o Estado que, elevando seus próprios índices, fortaleceu consideravelmente o Produto Interno Bruto (PIB) Nacional.

A taxa de crescimento do conjunto de riquezas, bens e serviços do Estado está entre as mais bem-sucedidas, com o 3º melhor índice do Brasil.  Geração de empregos e salto no PIB são realidades alentadoras num dos contextos mais agressivos da recessão sobre a economia do Brasil.

De 2015 a 2017, Mato Grosso do Sul enfrentou e respondeu ao cenário de crises e saiu das 17ª para a 16ªº posição entre as maiores economias do País e a 8ªº no ranking do PIB per capita. Conseqüência direta: Mato Grosso do Sul chegou ao 5º lugar do Ranking de Competitividade dos Estados, atrás apenas de São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Distrito Federal, de acordo com os estudos do Centro de Liderança Publica, em parceria com a Tendências Consultoria e a Economist Intelligence Group.

Os números sinalizam resultados de uma eficiente e atualizada estratégia de gestão. E sua consistência é bem mais assentada e duradoura que ações consideradas obrigatórias, como pagar em dia os salários do funcionalismo, garantir ao Grupo Magistério uma das melhores remunerações do País, conservar regulares os repasses essenciais de encargos e fornecedores.

Pode-se acrescentar também no elenco de obrigações – cumpridas ou em execução - a conclusão de 208 obras inacabadas da gestão anterior, retomada de investimentos e fomento à macroeconomia, atraindo grandes projetos agroindustriais e consolidando a rota bioceânica como “menina dos olhos” do futurista mercado de exportações que Mato Grosso do Sul oferece ao Brasil para a conquista de clientes intercontinentais.  

Neste panorama, no qual cabem com igual necessidade aspectos de governo que podem ser contestados, estão assentados, sem possibilidade de remoção, as razões materiais para que a sociedade avalie se Mato Grosso do Sul merece o governo que aí está.