25 de setembro de 2020
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Luiza afirma que tentativa da oposição em denegrir imagem de Bernal “pode sair pela culatra”

A vereadora Luiza Ribeiro (PPS) criticou hoje a forma como a oposição ao prefeito Alcides Bernal (PP) tenta denegrir a imagem da administração atual e defendeu uma reforma política onde as campanhas eleitorais tenham financiamento público.

“Esse grupo não se conforma em perder poder e fabrica uma serie de condições de instabilidade politica para prejudicar a imagem do Bernal. Eu acho que é um tiro que vai sair pela culatra porque a sociedade está informada, a imprensa está fazendo o seu papel. Ninguém vai acreditar nessa lorota de que o governo do Bernal em um ano é mais corrupto que o do Nelsinho (Trad, PMDB) e do André (Puccinelli, PMDB) afinal não falaram nada porque não teve nada errado. É uma estratégia muito equivocada essa de querer fazer modificação do resultado eleitoral”, censurou.

Luiza afirma concordar com o discurso do vereador Alex do PT que disse em entrevista ao MS Notícias que a oposição defende os interesses econômicos e políticos de um grupo de empresários que deseja retomar a força e a influência das quais desfrutavam junto à antiga administração da prefeitura de Campo Grande nas gestões de André Puccinelli e Nelson Trad Filho.

“Acho que o espaço de poder público nunca pode ser usado para favorecimento de alguns grupos econômicos da cidade. A regra legal é que a escolha seja sempre através de licitação transparente e impessoal. Essa é a regra que a gente tem na legislação e deseja, mas sabemos que há outros interesses envolvidos. Alguns interesses de natureza econômica foram contrariados com a saída do PMDB do poder. Foram 20 anos de PMDB, quatro anos do Juvêncio (Fonseca), oito anos do Puccinelli e oito anos de Nelsinho”, defendeu.

Segundo a vereadora, o PPS defende uma reforma polícia em que as campanhas tenham financiamento público para evitar esse tipo de problema. “É muito importante que tenha outra maneira de fazer debate eleitoral. O financiamento público da campanha é o ideal porque a campanha deve ser financiada pelas pessoas. Não pode ter essa de empresa financiar candidato. Porque ela quer financiar? Porque quer ser fornecedor depois”.

Diana Christie