23 de junho de 2021
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Sexta-Feira Santa

Consumidores reclamam do preço do peixe, mas não deixam de comprar

Algumas pessoas já estão acostumados a comer peixe pelo menos uma vez por semana, outras, comem por causa da data que católicos reservam para o reconhecimento do sacrifício de Jesus Cristo

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Com a Sexta-Feira Santa se aproximando, as peixarias lotam de pessoas a procura do prato principal deste dia, que para muitos é o peixe. Algumas pessoas já estão acostumados a comer peixe pelo menos uma vez por semana, outros, comem por causa da data que católicos reservam para o reconhecimento do sacrifício de Jesus Cristo que, segundo conta a Bíblia, foi assassinado neste dia. Os preços costumam se elevar nessa época, mas nem por isso as pessoas deixam de consumir.

Juliana Almeida Tristão, de 31 anos, diz que come peixe durante todo o ano e especialmente na Sexta-Feira Santa, por ser uma cultura de família, porém os preços nesta época ficam mais caros. “Acho que em função da data, os preços aumentaram, mas não deixamos de consumir o peixe na Sexta-Feira Santa”, ressalta.

Já Silvio Rodrigues Ribeiro, de 44 anos, explica que come peixe raras vezes, o máximo três vezes por ano, porém na Sexta-Feira Santa é uma regra consumir esse alimento. “Não tenho hábito de comer peixe, temos o costume de comer carne mesmo, mas na Sexta-Feira Santa minha família só come peixe”, explicou. Ele fala que os preços estão bem altos e isso provavelmente se deve a chegada da Semana Santa. “O preço está bastante elevado, mas não vamos deixar de consumir o peixe por causa do preço”, explica.

Marcelo Bacchi, de 38 anos, afirma consumir peixe normalmente durante a semana, e os preços aumentaram em pelo menos 30% nesse período. “Esse aumento se deve a Quaresma e principalmente com a Semana Santa que já é nessa semana”.

Maria Lúcia Bastos, de 59 anos, também consome peixe pelo menos duas vezes na semana e está achando preço bem alto. “Isso geralmente acontece porque sabem que a procura irá aumentar e muitos consumidores não deixam de comer peixe na Sexta-Feira Santa”. Ela explica também que não gosta de carne vermelha e por isso opta por carnes brancas também para o consumo diário.

Fernando Ferreira, de 53 anos, também é habituado a comer peixe várias vezes ao ano e diz o preço está bem mais alto hoje. “O preço está bem amargo e eles aumentam porque sabem a procura será grande em função dessa tradição”, explicou.

A carne, que está presente no cardápio da maioria das pessoas, deixa de ser consumida em função da tradição católica. Mas, ao contrário do que muitos pensam, a Igreja Católica recomenda que todas as sextas-feiras do ano sejam reservadas à abstinência de carne e não apenas aquela considerada santa, segundo o Código de Direito Canônico, o livro que rege as regras da Igreja Católica.

 

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