12 de maio de 2021
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2019

Com vitórias importantes, Marquinhos quer mais em 2019

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O exercício de 2018 foi dos mais desafiadores para a administração publica em Campo Grande. Além dos impactos generalizados da crise financeira que já se arrasta há mais de uma década, a capital começou a viver esta gestão, em 2017, amargando um sofrimento extra com o quadriênio da uma gestão tresloucada, que a lançou no fundo de um abismo de dívidas, falência dos serviços básicos, paralisação de investimentos e desacertos que provocaram violenta queda na auto-estima da população.

Os tempos, entretanto, são outros. As transformações positivas começaram a surgir no cenário que ontem era de desalento. No lugar de ruas infestadas de buracos e de lixo, as vias hoje estão sendo mantidas regularmente: pavimentação, tapa-buracos, limpeza e urbanização, com iniciativas que dão nova capacitação para a cidade atrair os investimentos. As mudanças começaram no ano passado, com a posse do prefeito Marquinhos Trad (PSD) e da vice-prefeita Adriane Lopes (PEN). 

A recuperação é gradual, mas progressiva e consistente. A Prefeitura restaurou sua credibilidade, reabilitou-se financeiramente e tem aval para operações financeiras de grande porte. É o que ficou demonstrado quando o prefeito buscou o providencial apoio da bancada federal e obteve o resgate de um projeto aprovado há mais de 10 anos junto ao Bid (Banco Interamericano de Desenvolvimento). 

O Revitaliza Campo Grande teve, só nesta primeira etapa, um aporte de quase R$ 60 milhões para obras de revitalização e requalificação do centro. O projeto que o Bid aprovou ainda prevê outras intervenções urbanas, o que vem reforçar o plano estratégico do prefeito de humanizar o desenvolvimento e melhorar as condições de acessibilidade, mobilidade e ocupação sócio-econômica.

Esse planejamento explica que além das obras de revitalização do centro e dos investimentos na modernização de importantes corredores viários - como as avenidas Mato Grosso, Via Parque e Costa e Gury Marques -, há outros projetos focalizando também os itens de sustentabilidade e de conforto para uma cidade que já está bem próxima da casa de um milhão de habitantes.

Outro sinal do fôlego empreendedor que está sendo restaurado é o interesse reaceso dos investidores. Com a nova fisionomia estética e os equipamentos urbanos, a cidade tornou-se ainda mais forte no fomento aos negócios. Só este ano a Prefeitura, por meio do colegiado que avalia as propostas empresariais, registrou a aprovação de 40 projetos em investimentos que somam quase R$ 157 milhões e cerca de 900 novos empregos de carteira assinada.

Na área social, a política publica de inclusão é uma das que servem de referência no Brasil, com medidas consistentes e projetos concebidos para os vários segmentos da população, como no empoderamento da mulher, na conscientização para prevenir e combater a violência doméstica e o abuso de incapaz, o fomento ao aprendizado profissionalizante, as oficinas de artesanato e música, os espaços de convivência para idosos, os Centros de Ensino Infantil (Ceinfs) reestruturados.

   A coleção de vitórias é expressiva. No entanto, o prefeito quer muito mais. E almeja para o terceiro ano de seu mandato a afirmação de políticas de gestão com resultados de excelência, especialmente na saúde, na educação e na qualificação urbana e ambiental. Para ele, uma cidade com a história e o potencial de Campo Grande não pode pensar pequeno. 

"O desenvolvimento que procuramos construir não é somente a expansão física e demográfica, não é somente a saúde financeira, é, antes de tudo, garantir a satisfação das pessoas, empoderá-las em suas necessidades básicas e garantir a todos as oportunidades de crescimento", define Marquinhos Trad.