27 de setembro de 2020
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Construção de duas pontes e outros projetos irão ligar o Estado ao Paraguai

Foi assinado na manhã de hoje, um memorando de entendimento entre o governo do Estado com a República do Paraguai. A construção de duas pontes sob o rio que divide o Estado do país vizinho, Rio Apa, em Porto Murtinho e em Caracol, faz parte das ações, além da criação de um corredor de sanidade animal.

O governador do Estado, André Puccinelli (PMDB) garantiu a conclusão dessas pontes ainda em seu ano, antes do término do mandato.Para a construção dessas pontes, de acordo com o secretário de obras, Edson Girto, serão investidos cerca de R$ 14 milhões. Uma será de 180 metros de extensão e 13,5 metros de largura, com oinvestimento de R$ 8,2 milhões aproximadamente e uma de 120metros de extensão por 13,5 de largura, que custará cerca de R$ 5,5 milhões. “Essas pontes serão construídas com dinheiro do governo, da economia do Estado”, afirma Giroto. A previsão de início das obras é de 02 de julho desse ano.

Já o corredor sanitário, será para operacionalizar o maior frigorífico de Porto Murtinho, passando de 300 abates por mês para 1000. “ Com esse corredor, vamos gerar empregos, e com essa concepção do frigorífico, acredito que Porto Murtinho não tenha mais desempregados”, frisa o governador.

Além desses dois projetos, existe o planejamento da implantação de um corredor biooceânico, ligando a costa brasileira aos portos de Antofagasta e Iquique, no Chile, o que encurtaria em 8 mil quilômetros a distancia aos países da Ásia, e de linhas aéreas entre o Estado e o Paraguai.

A questão do porto do município de Porto Murtinho foi lembrada por Puccinelli. O governador acredita que após anos de questionamentos jurídicos, pode-se criar rotas de hidrovia por ele, facilitando assim o caminho aos centros comerciais asiáticos.

Pucinelli afirma que, a presença da presidente Dilma Rousseff na inauguração da spontes é essencial. “Faremos um grande churrasco com a presidente. É fundamenta a presença dela, por todo o incentivo que recebemos da presidente”.

 Tayná Biazus