24 de setembro de 2020
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Dilma se reelege com Lula à frente da Campanha, afirma Zeca

Amigo do ex-presidente da República e seu principal ponto de referência política em Mato Grosso do Sul, o ex-governador e vereador Zeca do PT acha extremamente improvável que Lula venha a substituir Dilma Roussef na disputa sucessória deste ano. Para o vereador, as situações de ambos estão bem consolidadas e não mudam: “O Lula está tranquilo, não se deixar levar por essas versões. Ele sabe qual seu papel nesse processo. Vai ser o nome da linha de frente da campanha que reelegerá Dilma”, diz. Zeca é da opinião que o coro “volta Lula” vem sendo orquestrado pelos setores que querem a política do atraso, na tentativa de desmerecer e diminuir a envergadura pessoal e política da presidenta. A seu ver, nem mesmo as pesquisas recentes indicando queda de aprovação ao governo e redução da dianteira de Dilma nas intenções de voto são suficientes para obrigar o PT a trocar candidaturas. “Tivemos esse quadro no ano passado. No auge das manifestações de rua a popularidade da presidenta caiu, mas ela se recuperou em seguida, e muito bem”, lembra. O ex-governador e Lula conversam com frequência e avaliam que o peso da campanha anti-petista vem sendo reverberada ao máximo pela grande mídia, mas estão convictos: a consistência das medidas econômicas e sociais do governo federal vão dar a última palavra. “O PT no governo não fez um governo para o PT, fez um governo para toda a sociedade brasileira. Um governo eficiente, de resolução, de marcas que são reconhecidas no mundo inteiro. O Lula saiu em 2010 e até hoje recebe homenagens graduadas nos diversos continentes. A Dilma consolidou essas marcas e isto será muito bem sopesado na campanha, o povo não é bobo, o povo sabe o que fez bem pra ele”, pontuou. ESPECULAÇÕES – Uma das colunistas mais lidas do País, a jornalista Joyce Pacovitch, asseverou que Lula teria revelado a amigos íntimos a disposição, se necessário, de substituir Dilma Roussef e candidatar-se à Presidência. A jornalista chega a afirmar que no PT essa possibilidade é “vista com bons olhos, , já que o partido não concorda com várias posições da presidente Dilma Rousseff”. “Dilma vai ganhar as eleições. Eu vou ser cabo eleitoral da Dilma, vou para a rua fazer campanha para a Dilma”. Edson Moraes, especial para MS Notícias