10 de agosto de 2020
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Para deputados a qualificação de candidatos deve acontecer desde séries iniciais

O projeto de lei número 6738/2013 reserva aos negros 20% das vagas oferecidas em concursos públicos para o provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.Sabendo que no Estado há um grande número de indígenas e se poderia haver a possibilidade de parte das vagas serem destinadas aos índios (em âmbito estadual), o deputado professor Rinaldo(PSDB), disse ser muito importante a inclusão social, porém, há certas divergências em relação às cotas. “Não são somente os índios e negros que não tem total acesso aos estudos. Existe o branco que não teve, o amarelo e diversos outros”. Rinaldo frisa a importância do ensino de qualidade e o direito de todos a determinados cargos. Para Lauro Davi (Pros), muitas vezes as minorias não tem condições de enfrentar alguns cargos e isso faz com que exista uma “pirotecnia” no momento de redistribuir os candidatos. “Se os indígenas não completarem o total de vagas vai haver um remanejamento dos candidatos, esses conflitos causam uma pirotecnia no concurso”. Lauro enfatiza que as cotas devem ser mantidas em locais onde todos tem acesso, como as escolas. Para os deputados o correto é haver uma melhor qualificação dos concorrentes desde as séries iniciais para que todos possam disputar as vagas de maneira igualitária. (Tayná Biazus)