A 2ª Vara Criminal de Sidrolândia, no interior de Mato Grosso do Sul marcou para a 3ª-feira (24. setembro) às 13h o julgamento do auxiliar de serralheiro Paulo Eduardo dos Santos, de 18 anos, suspeito de estrangular com fio de carregador e também com uma coleira canina a namorada, Jheniffer Cáceres de Oliveira, de apenas 17 anos. O crime aconteceu em 29 de março de 2019. O jovem teria matado a moça e passado a noite ao lado do cadáver dela, e depois do crime ainda teria se deslocado ao trabalho no dia seguinte, normalmente e chegou a ir fazer aulas em uma autoescola onde pleiteava a habilitação. Com a mãe desaparecida e pai biológico desconhecido o copo da vítima ainda passou três dias no Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) aguardando liberação de um familiar.
Segundo apurou as investigações, o jovem matou a menina na noite da sexta-feira (29. março), mas o crime só foi descoberto na 2ª-feira (1º de abril), após vizinhos acionarem a polícia à Rua Minas Gerais, indicando que um mau cheiro saia da casa onde vivia Jheniffer. A polícia descobriu que o corpo da jovem já se encontrava em estado de putrefação.
Segundo apurou os investigadores, o crime foi motivado por ciúmes. A vítima morava com o autor há 1 e 4 meses. Paulo também chegou a admitir que seria usuário de drogas. A menina trabalhava como babá. Na noite do crime ela e namorado bebiam em uma casa noturna quando o suspeito teve um ataque de ciúmes após ver ele dançando com um amigo, os dois discutiram no local e depois foram para casa na noite da sexta, na madrugada daquele dia para o sábado, o suspeito teria matado Jhennifer enforcada.
A Defensoria Pública que atua na defesa de Paulo tentou em julho conseguir liberdade provisória para ele argumentando o período pandêmico, o pedido foi negado.











