17 de junho de 2021
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Comportamento

Com aumento da energia, consumidor está mais cauteloso, mas não deixa de comprar

Os fabricantes de eletrodomésticos tiveram que se adequar e cada vez mais fabricam produtos com menos consumo de energia

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A atitude do consumidor em relação ao consumo de energia de eletrodomésticos já não é mais novidade para os comerciantes de Campo Grande. Com o aumento do valor da energia elétrica, que deve subir 38,3% este ao, segundo estimativa do Banco Central, a exigência ficou ainda mais visível.

Os produtos com classificação de consumo de energia  A, aferido pela Procel/Inmetro são maioria nas lojas, pois os fabricantes tiveram que se adequar a essa exigência do consumidor.  Segundo o gerente da City Lar, Aderi Otávio da Cruz, essa postura do consumidor vem desde a época do racionamento de energia e os consumidores perguntam desde a classificação do produto até o consumo por KW/hora.

“O comportamento do consumidor depois desse aumento na conta de energia tem sido de cautela, porém pouco afetou nas compras. Mas os questionamentos sobre a classificação e o consumo de energia ficam mais evidentes nesta época de aumentos”, explicou.

Aderi falou que o consumidor está preferindo comprar à vista ou invés de parcelado, pois com todos os aumentos, não só na conta de energia, mas também em outros impostos e gasolina, a população tem sido mais cautelosa na hora da compra.

“Nos últimos meses, a loja tinha 30% de compras parceladas e hoje isso soma apenas 12%, pois o consumidor tem preferido comprar à vista”, disse.

O gerente do Magazine Luiza Márcio Rodrigo Santos também explicou que maioria dos clientes perguntam sobre a classificação de consumo dos produtos e isso sempre interfere na compra. “Apesar do aumento na conta de energia, as compras mantiveram o padrão normal. É claro que o consumidor está mais contido em função dos vários aumentos no tivemos no início do ano, mas as vendas ainda estão equilibradas”, afirmou.

O ar condicionado está com uma novidade para diminuir o consumo de energia, apesar de ter classificação A. O sistema inverter, que está há aproximadamente dois anos no mercado, é mais econômico, pois economiza 40% a mais de energia do que os com classificação A, porém custa um pouco mais e a longo prazo por ser uma grande diferença no bolso do consumidor, que tende, principalmente a partir de agora, a comprar esse tipo de produto.

 

 

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