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quinta, 04 de junho de 2020

PARQUE DAS NAÇÕES

Depois de 4 meses, Lago do Parque das Nações volta a ganhar água

Vão ser necessários 68 milhões de litros para devolver à reserva à sua "cara" costumeira de cartão postal

Por: Marta Ferreira e Humberto Marques10/10/2019 às 08:18
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Lago do Parque das Nações estará cheio em 48 horas, prevê secretárioLago do Parque das Nações estará cheio em 48 horas, prevê secretárioFoto: Foto: Paulo Francis

Depois de quase quatro meses do esvaziamento como parte das obras de revitalização do espaço, o lago principal do Parque das Nações Indígenas, cartão postal de Campo Grande, começou a receber água novamente nesta quarta-feira (8). Mal teve início a operação e os patos que vivem no local voltaram para a reserva.

A previsão é que leve 48 horas para o cenário se transformar novamente no que as pessoas estavam acostumadas, informou nesta tarde o secretário Jaime Verruck, de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar. De acordo com Verruck, serão necessários 68 milhões de metros cúbicos de água para a operação. À margem do lago, o secretário deu informações sobre o andamento dos serviços nesta tarde.

Disse que faltava aval técnico para o enchimento do lago e isso ocorreu nesta manhã, com a apresentação de laudos confirmando estabilidade das barragens para suportar a quantidade de água prevista.

De acordo Verruck, ainda vão faltar etapas, cujas licitações vão demorar um pouco mais e por isso optou-se por encher a reserva artificial. As próximas fases preveem desassoreamento do córrego João Português e Réveiilon, cujas nascentes ficam na região, e ainda reforma do gabião. Junto com os trabalhos no João Português, está prevista a reforma dos decks, hoje em más condições de conservação.

Quando isso for ocorrer, vai ser necessário, segundo Verruck, esvaziar a reserva novamente para uma nova limpeza, dessa vez ainda mais detalhada.

Histórico – Anunciada em maio, depois que o cenário no Parque começou a ser alvo de questionamentos de frequentadores, os serviços foram feitos, a partir de junho, em parceria entre a Prefeitura de Campo Grande e o governo do Estado. Havia um banco de areia enorme, que chegou a ser palco de protestos.

O custo estimado, segundo divulgado à época, foi de R$ 8 milhões. Foram retirados mais de 140 mil metros cúbicos de areia.

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