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quinta, 16 de julho de 2020

POLÍTICA

Eduardo Bolsonaro defende privilégios à deputadas alvos da PF nesta 4ªfeira

Como advogado que defende 'clientes' o parlamentar criticou STF e defendeu privilégio judicial à aliados

Por: TERO QUEIROZ27/05/2020 às 10:00
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Eduardo Bolsonaro e o irmão CarlosEduardo Bolsonaro e o irmão CarlosFoto: Pozzebom / Agência Brasil

Nas redes sociais, diante da operação da Polícia Federal que apura propagação de fake news, desencadeada por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta 4ªfeira (27.maio), o deputado Eduardo Bolsonaro (Sem Partido-SP), defendeu o privilégio à deputadas, colegas dele, Carla Zambelli (PSL-SP) e Bia Kicis (PSL-DF), que são alvos da ação.

“Prezadas @CarlaZambelli38 e @Biakicis, vale lembrar que deputado só pode ser preso mediante flagrante delito de crime inafiançável. Se for para ser ouvido o deputado é que marca hora e local. Quem não respeitar isso comete, no mínimo, abuso de autoridade”, escreveu o filho de Jair Bolsonaro, quem em contraditório, sempre defende a minimização de privilégios á paralamentares. No entanto, faz uso deste, que é um privilégio "para poucos". Eis a postagem do político na rede social Twitter:

Em sequência de vários tuítes na manhã desta 4ªfeira (27.maio), Eduardo, que durante a campanha falou que bastava “um cabo e um soldado para fechar o STF”, disse que a ação é para “constranger conservadores” e atacou o ministro Alexandre de Moraes.

“Quando o crime em análise é corrupção a morosidade da justiça impressiona. Mas para constranger conservadores que sequer crime cometeram a velocidade surpreende mais ainda. Quem está desestabilizando nossa democracia?”, provocou seu seguidores extremistas da direita. 

Eduardo ainda divulgou um vídeo com críticas ao ministro e saiu na defesa do blogueiro Allan dos Santos e do humorista humorista Rey Biannchi. “Inacreditável”.

A reação do filho do presidente é natural, visto que, segundo a operação quem está na ponta da linha e financia os crimes de fake news tem influência direta no Planalto, onde também, funcionaria o chamado "Gabinete do Ódio", sob suspeita de ser coordenado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filhos do presidente Jair Bolsonaro. 

"O que está acontecendo é algo que qualquer um desconfie que seja proposital. Querem incentivar rachaduras diante de inquérito inconstitucional, político e ideológico sobre o pretexto de uma palavra politicamente correta? Você que ri disso não entende o quão em perigo está! ", escreveu Carlos Bolsonaro em sua conta (@CarlosBolsonaro) neste 27 de maio, no Twitter. 

 

 

 

 

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