13 de agosto de 2022
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ELEIÇÕES 2022

Pré-candidato do PSDB em MS: 'temos que distribuir renda para os mais carentes'

A inflação em 11% e combustível nas alturas elevou a pobreza em todo o país

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O PSDB em Mato Grosso do Sul, que deve receber apoio de Jair Bolsonaro (PL), está agarrado às promessas de benesses sociais caso continuem no poder em MS. “Juntamente com a geração de empregos, e com a atração de novas indústrias ao Estado, nos próximos anos vamos estar atentos a necessidade de garantir o mínimo necessário para uma vida digna aos nossos cidadãos que ainda estão na base da pirâmide social”, afirmou o pré-candidato Eduardo Riedel

Em períodos de pandemia, os tucanos em MS se renderam a ideia de que o Estado deve ajudar as pessoas carentes. Essa é uma mudança que ocorreu também no discurso de Jair Bolsonaro (PL), que vem tentando vender-se como um "presidente de programas sociais", apesar de ter sido eleito em 2018 com discurso contrário a tais programas.  

O quadro político nas eleições de 2022, porém, é outro. A inflação em 11% e combustível nas alturas elevou a pobreza em todo o país

Diante disso, segundo Riedel, os programas criados durante a pandemia em MS, serão fortalecidos e ampliados nos próximos anos, com o objetivo de quebrar o ciclo de desigualdade social no Estado.

Reinaldo Azambuja (PSDB), fez uma gestão de 7 anos até aqui e somente nos últimos dois anos criou junto com Eduardo Riedel o “Mais Social” que atende 100 mil famílias sul-mato-grossenses, por meio de um cartão social, no valor de R$ 300 por mês. O Mais Social também pode ser utilizado em qualquer estabelecimento comercial para compra de alimentos e de itens de higiene, além de gás de cozinha (GLP). Em dezembro do ano passado as famílias já contaram com uma novidade: um pagamento extra do programa, a título de 13º salário, permitindo uma ceia de Natal mais farta. 

Outro destaque do programa social implementado na pandemia é o “Energia Social: Conta de Luz Zero”, em que o Governo paga a conta de energia elétrica de 162 mil famílias, que consomem até 220 kwh por mês. Riedel também incentivou o “CNH MS Social” que arca com todos os custos para o beneficiário ter acesso a sua primeira carteira de habilitação, desde as aulas teóricas e práticas na autoescola, até as provas e exames no Detran-MS.

Estes programas beneficiam pessoas com renda mensal familiar per capita inferior a meio salário mínimo. “Investimos em novos programas sociais para levar dignidade a famílias carentes. Estas políticas terão continuidade”, garantiu Eduardo Riedel.

A estratégia adotada pelos tucanos em MS acompanha a observação nacional. Isso porque, com o avanço do país rumo a miséria nos últimos 4 anos, no eleitorado brasileiro, 46% das famílias ficaram com renda familiar (não pessoal) de até 2 salários mínimos. São pobres! E são essas pessoas que decidirão a eleição presidencial e regional.